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Doutor é quem fez Doutorado

Doutor é quem fez Doutorado

Por Marco Antônio Ribeiro Tura*

No momento em que nós do Ministério Público da União nos preparamos para atuar contra diversas instituições de ensino superior por conta do número mínimo de mestres e doutores, eis que surge (das cinzas) a velha arenga de que o formado em Direito é Doutor.

A história, que, como boa mentira, muda a todo instante seus elementos, volta à moda. Agora não como resultado de ato de Dona Maria, a Pia, mas como consequência do decreto de D. Pedro I.

Fui advogado durante muitos anos antes de ingressar no Ministério Público. Há quase vinte anos sou Professor de Direito. E desde sempre vejo “docentes” e “profissionais” venderem essa balela para os pobres coitados dos alunos.

Quando coordenador de Curso tive o desprazer de chamar a atenção de (in) docentes que mentiam aos alunos dessa maneira. Eu lhes disse, inclusive, que, em vez de espalharem mentiras ouvidas de outros, melhor seria ensinarem seus alunos a escreverem, mas que essa minha esperança não se concretizaria porque nem mesmo eles sabiam escrever.

Pois bem!

Naquela época, a história que se contava era a seguinte: Dona Maria, a Pia, havia “baixado um alvará” pelo qual os advogados portugueses teriam de ser tratados como doutores nas Cortes Brasileiras. Então, por uma “lógica” das mais obtusas, todos os bacharéis do Brasil, magicamente, passaram a ser Doutores. Não é necessária muita inteligência para perceber os erros desse raciocínio. Mas como muita gente pode pensar como um ex-aluno meu, melhor desenvolver o pensamento (dizia meu jovem aluno: “o senhor é Advogado; pra quê fazer Doutorado de novo, professor?”).

1) Desde já saibamos que Dona Maria, de Pia nada tinha. Era Louca mesmo! E assim era chamada pelo Povo: Dona Maria, a Louca!

2) Em seguida, tenhamos claro que o tão falado alvará jamais existiu. Em 2000, o Senado Federal presenteou-me com mídias digitais contendo a coleção completa dos atos normativos desde a Colônia (mais de quinhentos anos de história normativa). Não se encontra nada sobre advogados, bacharéis, dona Maria, etc. Para quem quiser, a consulta hoje pode ser feita pela Internet.

3) Mas digamos que o tal alvará existisse e que dona Maria não fosse tão louca assim e que o povo fosse simplesmente maledicente. Prestem atenção no que era divulgado: os advogados portugueses deveriam ser tratados como doutores perante as Cortes Brasileiras. Advogados e não quaisquer bacharéis. Portugueses e não quaisquer nacionais. Nas Cortes Brasileiras e só! Se você, portanto, fosse um advogado português em Portugal não seria tratado assim. Se fosse um bacharel (advogado não inscrito no setor competente), ou fosse um juiz ou membro do Ministério Público você não poderia ser tratado assim. E não seria mesmo. Pois os membros da Magistratura e do Ministério Público tinham e têm o tratamento de Excelência (o que muita gente não consegue aprender de jeito nenhum). Os delegados e advogados públicos e privados têm o tratamento de Senhoria. E bacharel, por seu turno, é bacharel; e ponto final!

4) Continuemos. Leiam a Constituição de 1824 e verão que não há “alvará” como ato normativo. E ainda que houvesse, não teria sentido que alguém, com suas capacidades mentais reduzidas (a Pia Senhora), pudesse editar ato jurídico válido. Para piorar: ainda que existisse, com os limites postos ou não, com o advento da República cairiam todos os modos de tratamento em desacordo com o princípio republicano da vedação do privilégio de casta. Na República vale o mérito. E assim ocorreu com muitos tratamentos de natureza nobiliárquica sem qualquer valor a não ser o valor pessoal (como o brasão de nobreza de minha família italiana que guardo por mero capricho porque nada vale além de um cafezinho e isto se somarmos mais dois reais).

A coisa foi tão longe à época que fiz questão de provocar meus adversários insistentemente até que a Ordem dos Advogados do Brasil se pronunciou diversas vezes sobre o tema e encerrou o assunto.

Agora retorna a historieta com ares de renovação, mas com as velhas mentiras de sempre.

Agora o ato é um “decreto”. E o “culpado” é Dom Pedro I (IV em Portugal).

Mas o enredo é idêntico. E as palavras se aplicam a ele com perfeição.

Vamos enterrar tudo isso com um só golpe?!

A Lei de 11 de agosto de 1827, responsável pela criação dos cursos jurídicos no Brasil, em seu nono artigo diz com todas as letras: “Os que frequentarem os cinco anos de qualquer dos Cursos, com aprovação, conseguirão o grau de Bachareis formados. Haverá tambem o grau de Doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos que devem formar-se, e só os que o obtiverem poderão ser escolhidos para Lentes”.

Traduzindo o óbvio. A) Conclusão do curso de cinco anos: Bacharel. B) Cumprimento dos requisitos especificados nos Estatutos: Doutor. C) Obtenção do título de Doutor: candidatura a Lente (hoje Livre-Docente, pré-requisito para ser Professor Titular). Entendamos de vez: os Estatutos são das respectivas Faculdades de Direito existentes naqueles tempos (São Paulo, Olinda e Recife). A Ordem dos Advogados do Brasil só veio a existir com seus Estatutos (que não são acadêmicos) nos anos trinta.

Senhores.

Doutor é apenas quem faz Doutorado. E isso vale também para médicos, dentistas, etc, etc.

A tradição faz com que nos chamemos de Doutores. Mas isso não torna Doutor nenhum médico, dentista, veterinário e, mui especialmente, advogados.

Falo com sossego.

Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos no Brasil e na Europa e defendi minha tese de Doutorado em Direito Internacional e Integração Econômica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aliás, disse eu: tese de Doutorado! Esse nome não se aplica aos trabalhos de graduação, de especialização e de mestrado. E nenhuma peça judicial pode ser chamada de tese, com decência e honestidade.

Escrevi mais de trezentos artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros. Uma verificação no sítio eletrônico do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) pode compravar o que digo. Tudo devidamente publicado no Brasil, na Dinamarca, na Alemanha, na Itália, na França, Suécia, México. Não chamo nenhum destes trabalhos de tese, a não ser minha sofrida tese de Doutorado.

Após anos como Advogado, eleito para o Instituto dos Advogados Brasileiros (poucos são), tendo ocupado comissões como a de Reforma do Poder Judiciário e de Direito Comunitário e após presidir a Associação Americana de Juristas, resolvi ingressar no Ministério Público da União para atuar especialmente junto à proteção dos Direitos Fundamentais dos Trabalhadores públicos e privados e na defesa dos interesses de toda a Sociedade. E assim o fiz: passei em quarto lugar nacional, terceiro lugar para a região Sul/Sudeste e em primeiro lugar no Estado de São Paulo. Após rápida passagem por Campinas, insisti com o Procurador-Geral em Brasília e fiz questão de vir para Mogi das Cruzes.

Em nossa Procuradoria, Doutor é só quem tem título acadêmico. Lá está estampado na parede para todos verem.

E não teve ninguém que reclamasse; porque, aliás, como disse linhas acima, foi a própria Ordem dos Advogados do Brasil quem assim determinou, conforme as decisões seguintes do Tribunal de Ética e Disciplina: Processos: E-3.652/2008; E-3.221/2005; E-2.573/02; E-2067/99; E-1.815/98.

Em resumo, dizem as decisões acima: não pode e não deve exigir o tratamento de Doutor ou apresentar-se como tal aquele que não possua titulação acadêmica para tanto.

Como eu costumo matar a cobra e matar bem matada, segue endereço oficial na Internet para consulta sobre a Lei Imperial.

Os profissionais, sejam quais forem, têm de ser respeitados pelo que fazem de bom e não arrogar para si tratamento ao qual não façam jus. Isso vale para todos. Mas para os profissionais do Direito é mais séria a recomendação.

Afinal, cumprir a lei e concretizar o Direito é nossa função. Respeitemos a lei e o Direito, portanto; estudemos e, aí assim, exijamos o tratamento que conquistarmos. Mas só então.

____________________________

Marco Antônio Ribeiro Tura, jurista. Membro vitalício do Ministério Público da União. Doutor em Direito Internacional e Integração Econômica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Direito Público e Ciência Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Visitante da Universidade de São Paulo. Ex-presidente da Associação Americana de Juristas, ex-titular do Instituto dos Advogados Brasileiros e ex-titular da Comissão de Reforma do Poder Judiciário da Ordem dos Advogados do Brasil.

Postado por

Data: 17 de junho de 2011

Categoria: guia.

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Comentários

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  • Jefferson

    Sinceramente, pra mim tanto faz. Se o profissional se sente feliz por ser chamada do Dr. sem ter um Doutorado ótimo para ele. Não vai ser isso que vai ferir meu título que consegui depois de 6 anos (2 de mestrado e 4 de Dr.). Eu acho que você não devia se incomodar tanto com essa questão. Abraços.

    • Andriolli

      Não é simples questão de “incômodo” Jefferson. Um argumento como o deste texto, lógico e contextualizado, é a defesa perfeita para atitudes ridículas de subordinação aos quais o povo é submetido rotineiramente por muitos profissionais do direito cuja soberba não encontra limites.

      Só para citar um exemplo, um caso que ganhou repercussão é o do juiz Antonio Marreiros da Silva Melo Neto, que entrou com uma ação na justiça para obrigar todos de seu prédio a se referirem a ele como “Doutor”. A ação foi motivada pelo fato de que o porteiro se dirigia a ele com “intimidade”, chamando-o de “você” e “cara”, enquanto chamava a síndica de “dona” Jeanette. Soberba, pura e simples. 

      São pessoas como Marreiros que não deveriam se incomodar tanto com a questão.

      Mais sobre o caso: 
      http://www.conjur.com.br/2005-set-14/leia_apelacao_juiz_tratado_doutor 

      • Tatiana Cunha

        Faz-me rir! Eu dava aulas de inglês em um cursinho, e um dia apareceu um interessado. Cheguei na sala enquanto ele conversava com o diretor, e este disse: “Olha aí, essa é a Tatiana, uma das nossas professoras. Tatiana, o Fulano está querendo estudar inglês com a gente…” E eu, toda sorridente: “Que ótimo, Fulano, tenho certeza de que vai gostar de estudar…” E o cara me interrompe: “Doutor Fulano”. Parei por ali. O discurso, o sorriso. Disse um “até mais” insosso e voltei para a sala, torcendo para nunca mais ver o doutor(zinho). Conheço doutores pelo menos 20 anos mais novos que aquele homem e que não arrotam seus títulos pelas esquinas. Afinal, é um título. Merece louvor pelo esforço pessoal e pela contribuição para a sociedade, nada mais, nada menos.

  • http://vitorpamplona.com Vitor Pamplona

    Nah… muitos doutores não merecem o título. Se alguém lhe chama de doutor é porque tem profundo respeito por você e isso é o que importa. Eu chamo por doutor vários colegas que admiro em meu meio, eles tendo o mencionado título ou não.

    Claro que isso no Brasil. Fora do país a coisa muda de figura.

    []s

    • Rafael

      Nao é questao de você chamar ou querer chamar alguem de doutor. Pode se referir a qualquer pessoa da maneira que quiser, o que conta e o que vale no artigo é o certo.

      Apenas é e deve ser chamado de doutor aquele que fez doutorado. Quem nao o é não pode nem deve requerir que os outros se refiram à esta pessoa como doutor.

    • Joao

       Caro Vitor Pamplona, no Brasil a capa do livro vale mais do que tudo. Doutor é um titulo academico e não de respeito, esse é o problema, conheco muitos doutores que realmente fizeram mestrado (2 anos) e doutorado (4 anos), nunca ouvi nenhum deles se titulando de doutores. Esses medicos, advogados, etc, se reference a doutor como STATUS, se achama a ultima bolacha do pacote, são geralmente chatos e mesquinhos perante a sociedade, … sem mais…

  • Rafael

    Ótimo artigo, muito bom. Parabéns !

    Res. edito bastante quem é doutor por direito e nao doutor pq acha que deve ser chamado assim para se sentir superior aos outros.

    • Guilherme

      Como advogado, não faço questão alguma de ser chamado de Doutor, até mesmo porque não possuo Doutorado.
      Ademais, na convivencia com os demais advogados, percebi que o tratamento de Doutor, primeiramente, é utilizado em consideração e respeito ao colega de trabalho e, em verdade, acredito que seja utilizado “doutor” para com os demais advogados, porque ninguém sabe o nome de niguém, e chamar de Doutor torna-se educado e mais facil, até mesmo porque não precisa ficar perguntando o nome da galera.

      Para não passar em branco, o Autor do “texto” acima aparenta ser bem “humilde” não é?

      Um professor meu de pós-graduação, que inclusive é Magistrado aqui na minha cidade, apilidou os Promotores públicos de “palpiteiros da comarca”, achei maior engraçado e realista, até mesmo porque Promotor público NÃO MANDA e NÃO DECIDE,´só palpita hehe.

      Abraços.

      • @danieltex

        De agora em diante só vou chamar os estagiários de doutor.

      • Somentejane

        Rafael: apilidou? Desse  jeito vc nunca vai ser doutor!

        • Ritadiesel

          Tb percebi, e assino seu comentário, e esse com certeza vai querer ser chamado de dr.

      • Ana Beatriz

         ”… acredito que seja utilizado ‘doutor’ para com os demais advogados porque ninguém sabe o nome de ninguém, e chamar de Doutor torna-se educado e mais fácil, até mesmo porque não precisa ficar perguntando o nome da galera”.

        Com todo o respeito, acho que “senhor”, “senhora” e “senhorita” existem pra isso e é até bem mais fácil. Ou algo como “[nobre] colega”.

        Mas em algo preciso concordar com você: esse texto foi mais uma autopromoção do que uma argumentação concreta, mesmo. O cara poderia ter deixado um pouco o currículo de lado e enxugado o texto.

        • Rionegro

          Achei excelente o texto do autor e acredito que não tenha faltado humildade para ele não. A questão é que no Brasil, primeiro se observa “quem disse”, para depois olhar para o “que disse”. Aposto que se ele não tivesse colocado o curriculum dele em destaque, haveria algum doutorzinho de m… para questioná-lo. Agora, vê se alguém teve moral para isso. O cara é foda e ponto final. Tiro o chapéu para ele.  Marco Antonio, parabéns pelo texto!

      • Natalia

        Promotor Público nobre colega? 
        Isso é erradissimo… Promotor de Justiça nao??
        Sem querer ser chata, é que isso me doi os ouvidos

      • Diego

         Corrija seus erros de Língua Portuguesa antes de criticar um texto bem escrito e bem fundamentado.

      • Rionegro

        Com certeza você deve ser mais um desses
        imbecis que faz um cursinho qualquer – diga-se, para semianalfabetos – e depois
        vem aqui palpitar. De fato, como disse Ritadiesel, você será mais um desses
        retardados que querem ser chamados de doutor. Um conselho, meu caro, primeiro
        estude. 

  • Daniel

    É só diferenciar “dotô” de “doutor”

  • http://neuropapers.com/ Alexandre

    Impressionante como os comentários feitos refletem “nobres” sentimentos e não o que, de fato, o texto conclui: meritocracia.

    Se fosse respeito por respeito, eu também chamaria minha AVÓ de doutora. Isso é orgulho enrustido e ferido recheado de hipocrisia. Que VOCÊS fazem questão, fazem sim. Não podem fazer entre vocês ou aqui, mas com o pobre coitado sentado do outro lado da mesa, faz questão sim!

    O Dr. Marco Tura tá é certo, tem que prestar conta de seu trabalho mesmo. Quem se incomoda com isso é por que não fez ou faz melhor.

    Doutor é que fez doutorado

    • Adrigarofolo

      Concordo! O Dr Marco Tura está correto. O Brasil tem q começar a entender melhor o valor da ciência e valorizar profissionais que se dedicam e aprimoram, contribuindo para o conhecimento da Nação.

    • Rodrigo

      Para morrer o assunto basta verificar que, historicamente, um dos livros mais antigos da humanidade (a bíblia) já se referia ao advogado como “doutores da lei”. De toda sorte, pronomes de tratamento são só um alento para egos incapazes de se auto sustentarem. Eu como advogado e mester e doutor em Direito Empresarial pela UFMG dispenso tal tratamento, sendo que, meu nome de batismo e registro é, por si só, capaz de me identificar e distinguir em relação aos milhões de outros profissionais. Tal fato deixa claro que minha capacidade intelectual não se limita a um Dr, muito usado também nas efêmeras e nada acadêmicas discussões de casais.

  • Uilde

    Aos senhores(as) Advogados e Advogadas:
    11 de Agosto de 2.011.

    ADVOGADO: DOUTOR POR EXCELÊNCIA
    O título de doutor foi concedido aos advogados por Dom Pedro I, em 1827. Título este que não se confunde com o estabelecido pela Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), aferido e concedido pelas Universidades aos acadêmicos em geral.

    Não obstante, o referido título não se reveste de mera benesse monárquica. O exercício da advocacia consubstancia-se essencialmente na formação de teses, na articulação de argumentos possíveis juridicamente, em concatenar idéias na defesa de interesses legítimos que sejam compatíveis com o ordenamento jurídico pátrio.

    Não basta, portanto, possuir formação intelectual e elaborar apenas uma tese. “Cada caso é um caso”. As teses dos advogados são levadas público, aos tribunais, contestadas nos limites de seus fundamentos, argumentos, convencimento, e por fim julgadas à exaustão. Se confirmadas pela justiça, passam do mundo das idéias, para o mundo real, por força judicial. Não resta dúvida que a advocacia possui o teor da excelência intelectual, e por lei, os profissionais que a exercem devem ostentar a condição de doutores.

    Não é difícil encontrar quem menospreze a classe dos advogados, expurgando dos seus membros o título legítimo de Doutor. Mas é inerente a capacidade intelectual compreender que o ignorante fala, e só, nos domínios dos conhecimentos seus, e, portanto, não detém nenhum domínio. Apenas energia desperdiçada inutilmente! A jóia encravada no seu crânio é estéril.

    As razões de direito e argumentos jurídicos aduzidos, fincam convicção de que ostentar o título de doutor, para o advogado é um direito, e não uma mera benevolência. Tal raciocínio nos conduz a conclusão de que o título acadêmico e o título dado à classe advocatícia não se confundem, possuem natureza diversa. E sustentar qualquer um dos dois é sem dúvida um ato de imensa coragem e determinação.

    Aos doutores advogados por tanto e tanto, deve-se, seguramente, elevada estima e grande consideração, por entregarem suas vidas profissionais à resolução de conflitos de interesses, dando muitas vezes a casos insolúveis, admirável solução.

    Advogados e Advogadas:
    Homenageá-los é questão de JUSTIÇA.
    PARABÉNS PELO SEU DIA.

    • Paulo

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      E você acha que os quatro anos que algúem leva pra fazer doutorado são pra quê? As bancas de defesa de doutorado são muito rígidas, as defesas chegam a durar 6 horas, com pedidos de correções e revisões, isso além dos quatro anos em que ela já esteve sob críticas e correções.
      Não acho que essas historinhas pra boi dormir que vocês inventam merecem ser chamadas de “teses”, percebi que você é muito bom com as palavras, mas no fim me pareceu um belo “enroleixion”. E se fazer valer de ser chamado de doutor pelos advogados me parece muito mais um fator de enobrecimento de status do que uma questão “justa”. Ainda mais por que normalmente quem é realmente doutor, nem faz questão de ser chamado como tal….basta que as pessoas o saibam.

      • Alberto

        Paulo, bem baixo, só para nós: Direito são cinco anos.

        • Fernanda

          para a pessoa chegar ao doutorado ela faz de 4 a 6 anos de graduacao, dependendo do curso (5 se for direito), dois anos de mestrado e 4 de doutorado. Acho que os 5 anos de direito sim é BEM BAIXO!

        • brzli

          Sem querer desmerecer, mas, enfim, não vou ser hipócrita, já desmerecendo, há cursos de engenharia, computação, entre outros das exatas em que quatro é igual a cinco, cinco é igual a seis, simplesmente porque rodar em uma ou outra disciplina não chega a ser um demérito, e às vezes, não ter nenhuma repetência e um histórico com 90% de conceitos C chega a ser um luxo.

          No direito, turmas inteiras se formam juntas, conceito C é considerado motivo de desprestígio, enfim, comparar apenas a variável tempo não é um bom indicador de mérito.

          Aliás, sou totalmente contra a aplicação do conceito de meritocracia na sociedade. Não acredito na superioridade de um doutor stricto sensu sobre um gari. Pode ser superior em “títulos acadêmicos”, mas há n outras dimensões que podem ser analisadas.

    • Pedro

      Hahahha, me mijei. Quanta hipocrisia nestes argumentos.

    • Psicojp

      “Doutor” por excelência… 
      Isto é algo anacrônico ao tempo atual! 
      Doutor é quem tem doutorado, isto sim é legítimo. Se não tem doutorado não é doutor e nem deve querer ser considerado doutor. 
      Fim de conversa e sem mais falácias.

    • Diego Amorim

      Vai me desculpando aí, colega, mas eu fico com o Dr. de verdade, que escreveu o texto acima (Marco Antonio), quando ele mesmo diz que esse decreto aí que você citou de forma alguma lhe dá mértio de se auto-proclamar doutor. 

      Você pode enrolar os leigos com esse bolodório bonitinho, mas aqui o público é graduado/pós-graduado. Vai ter que enrolar mais a sua língua pra ludibriar gente por aqui :D

    • Celso

      Escreveu como um doutor. Aliás, você esqueceu de dar crédito ao seu texto completamente copiado de um link qualquer da internet. Os mais espertos copiam parte dessa ladainha e encontram a origem.

    • Wandersonviol

      Fascinante a capacidade que o “Doutor” tem de escrever um texto tão rebuscado, e relativamente longo, e não dizer absolutamente nada. Nenhum argumento baseado em estudos. Podia dar aulas sobre “como encher linguiça em 22 linhas”.  

    • Paulo

      Com base neste argumento todo profissional que desenvolve teoria sobre a sua área de atuação deve ser chamado de doutor. Tomemos como exemplo um economista que por meio do conhecimento adquirido e da análise de mercado, entre outras variáveis, desenvolve um plano econômico, pode ser chamado de doutor!? Podemos, porque não, estender o mesmo  a todos os outros profissionais, que com afinco, com dificuldade trabalham e estudam muito para aplicar o seu conhecimento e experiência nas questões do dia-a-dia. Na realidade o título de doutor é para quem defendeu uma TESE para uma banca composta por cinco doutores, sendo que um deles deve ter o título de  livre-docente com adicional de que a tese deve conter um componente novo na área do conhecimento. Pergunto – algum bacharelado exige isso?
      Sinceramente Uilde…

    • Ccrosset

      santa ignorância batman!  tese é tese: trabalho duro de anos, que passa pelo crivo de uma banca bem qualificada, não qualquer coisa que é “defendida em público” e que pode ser um monte de bobagens ou pior, distorção da verdade para atender aos interesses de quem paga mais!

    • http://www.facebook.com/raquelcosta19 Raquel Costa

      Sempre tem um advogadozinho pra defender o velho papo furado de “doutor por excelência” …. 

    • Luiz Henrique Saldanha

      O autor só esqueceu de observar que não estamos mais no tempo do Império, e que, mesmo naquele tempo em que o referido Decreto foi publicado, o bacharel deveria, antes, cumprir os requisitos acadêmicos (leia-se, produzir uma tese) para receber o título de Doutor e, então, ter o direito de lecionar em uma instituição de ensino superior. Vê-se que, além de presunçoso, é ignorante. Uma pena.

  • Luis

    Advogado é bacharel, doutor é quem faz doutorado.

    Agora deixe de lero-lero e vá fazer seu trabalho, pq nós doutores de verdade somos muito ocupados para ficar de mimimimi quem é ou nao doutor.

    • Natalia

      Advogado nao é bacharel, é advogado e ponto
      Bacharel é quem não tem OAB!

      • Hobalo

        “Bacharel é quem não tem OAB”. Quem tem OAB automaticamente deixa de ser Bacharel em Direito ô criatura? kk

        • Observador

          Acho que não precisa ser gênio pra entender o que ela quis dizer. É óbvio que o que ela disse foi que os que são “apenas” bacharéis e não possuem a licença para advogar não são advogados. Levar ao pé da letra um argumento ignorando o que está implícito só pra fazer uma crítica capenga dessas só revela o seu despreparo intelectual. 

        • gregspx

          Que ridiculo, veja só, uma pessoa ao completar 16/18 anos entra para uma auto escola, até ai tudo bem, após o curso, vai  fazer a prova para assim comprovar que esta apto a dirigir um veiculo, conseguindo passar e pegar a sua carteira de habilitação poderá dirigir um carro. PS. É a mesma situação, um aluno faz o curso de dirreito por 05 anos em qualquer faculdade que são várias por todas as esquinas, idem auto-escola. Ai ! Terá que fazer a prova da OAB, idem  a prova da auto escola,  para provar que esta apto. igual ao aluno da auto escola. parem com este ridiculo de doutor. VC fez doutorado em ciencias juridicas? Não ? então é bacharel, consultor juridico, operador juridico, ou operador do CPC. só isso. e Pronto.  

      • Tulios

        Bom lembrar que o engenheiro também e bacharel ne rapaz…

  • Ronaldo

    Só para deixar um adendo: excelentíssimo deve ser utilizado para apenas chefes dos poderes em cada ente federativo. Dessa forma, não é o fato de ser juiz ou promotor (ou Exmo. Dr. Procurador da República) que acarreta tal chamamento. Dessa forma, é melhor olhar para si antes de criticar um termo que vai além da acepção acadêmica.

  • Andressa

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ver advogados revoltados por um “título”, não tem preço!

    • Alberto

      Sabe o que não é engraçado: Ler piadas de pessoas frustradas. Olha, me desculpe se errei, mas para os advogados, voce passa esta impressão. Força ai.

    • Henrique

      Concordo plenamente…. com tantas coisas importantes para fazer, se preocupam com quem é Dr ou não… kkk conheço vários Doutores de verdade que não fazem a menor questão de serem chamados de doutor… eles sabem que tem seu mérito e pronto!

  • Elisabete

    “Advogado: Doutor por excelência” é ótimo…
    Para todos, ter o título e poder ser chamado de “Doutor”, existe um longo caminho a ser trilhado.
    Se um advogado, se considera no direito de ser chamado de “Doutor”, o mesmo deve lembrar que também deve a mesma consideração aos outros que também estudaram (muitas vezes, mais do que você) e exercem outros cargos.
    “Doutor” é quem para quem faz doutorado. Simples assim. Advogado é advogado.

  • http://viasdefato.com Samuel Cersosimo

    O texto é muito bom, mas não explica, afinal, a origem desse costume no tratamento de médicos, advogados e engenheiros (esse último, bem menos atualmente).

    A culpa é dessa Lei de 1827?

    Fora isso, também não vejo como sustentar esse “falso título” hoje em dia, nem mesmo como um costume.

  • Aguimar Giolo

    Pessoal,
    Os doutores academicos coloquem a bunda na cadeira e pesquisem: o que veio antes,o titulo de doutor dos juristas ou o titulo de doutor academico? vão perceber que foi o titulo dos juristas… portanto, que usa mal tal titulo é as instituições de ensino (deveriam colocar super mestre e não doutor – já era utilizado pelos advogados). Quem usurpa o titulo (originario dos juristas) são as instituições de ensino!!!

    Ainda, temos o titulo de doutor honoris causa (não precisa ter nem a primeira serie, sem banca, sem diploma, sem tese) e essa turma ainda vem falar do titulos dos advogados… vão estudar/pesquisar!!! so existe doutor academico?!?! é uma piada!!! pesquisem e comprovem o lula tem + de 3 titulos de doutor!!!
    Falar sem fundamento é muito facil… he he he he he he

    • Lais Giardino

      “Quem usurpa o título são as instituições de ensino”
      HahaHa!
      A melhor piada até agora, sem dúvida.

    • Goku

      “Super mestre”. Gostei. Mas prefiro Super Sayajin.

    • Hobalo

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Joao Batist

      Aguimar, 

      Eu acho que você deveria estudar mais. A origem do termo (Latin: doctor, “teacher,”) está relacionada ao ensino, à época por “doutores” responsáveis pela interpretação de textos bíblicos. Então, seguindo o seu raciocínio, Dom Pedro I foi quem usou o termo errado.

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=668526273 Elise Polli

      até o Lula tem título de doutor honoris causa.. 

  • Aguimar Giolo

    Pessoal,

    O titulo de doutor do advogado é originario e legitimo. Vejamos: o uso do titulo é anterior ao uso academico do titulo de doutor – aqui quem usurpou o titulo dos juristas foi as instituições de ensino (elas deveriam usar outros termos ex.: super mestrado e não doutor, que já vinha sendo usado pelos juristas).

    Ainda, é muito simples e de facil pesquisa… exite o título de doutor honoris causa (não precisa de tese, não precisa de banca , não precisa de diploma etc…ex.: o Lula tem + de 3 titulos de doutor!!! Isso prova (sem a menor possibilidade de contestação) que existem mais de uma especie de titulo de doutor (genero) – TITULOS DE DOUTOR: DOUTOR ADVOGADO (ORIGINARIO, TRADIÇÃO/COSTUME E LEI); DOUTOR ACADEMICO E DOUTOR HONORIS CAUSA.
    É fato:
    a) O uso do titulo de doutor pelos juristas é anterior ao uso do titulo no meio academico;
    b) Existem + de uma especie de titulo de doutor, inclusive, uma dispensa a graduação (ex. doutor honoris causa – Lula);
    c) A tradição/custume de chamar os juristas de doutor é milenar (sejam passagem na biblia – doutores da lei).

    No mais é dor de cotuvelo..

    Abraço,

    Aguimar.

    • Aguimar Giolo

      O sr. Marco Tura, desconhece mesmo do tema/assunto…veja o que diz o O Manual de Redação da Presidência da República de Gilmar Ferreira
      Mendes e Nestor José Forster Júnior – 2a edição revisada e atualizada
      salienta: “Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim
      título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral,
      empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal
      grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume
      designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e
      em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada
      formalidade às comunicações”. AQUI ATÉ OS BACHARÉIS TEM DIREITO. O próprio ente estatal reconhece o direito de uso/tratamento do termo doutor pelos bacharéis em Direito fundado no costume (fonte do direito). Para o advogado o direito de uso esta na
      lei, 11 de agosto de 1827!!!

      • Hobalo

        Tente entrar em um concurso que exija o titulo de Doutor então com seu titulo “costumeiro” kk

      • José Neves

        Será que você sabe ler a lei que você citou?

        A lei é bem clara ao afirmar, naquela ocasião, que os formados nos cursos de ciências jurídicas, equivalentes hoje aos nossos bacharelados, deveriam ser chamados de Bacharéis. Até aí nada demais.

        E ao falar sobre aqueles que poderiam ostentar o título de Doutor, também nada demais, pois, para isso, deveriam se habilitar com os requisitos dos “Estatutos” dos cursos, que hoje poderiam ser equiparados aos Regimentos dos Programas de Pós-Graduação das instituições. Simples.

        Será que é tão difícil não confundir título com forma de tratamento ou com designação de profissão?

        E ao dizer que “é costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina”, isto foi apenas uma constatação que não contradisse a frase anterior que diz que “como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado.”.

        Bacharel tem direito de ser chamado de bacharel, especialista de especialista, mestre de mestre, doutor de doutor etc. O resto é pura empáfia, arrogância e desprezo pelo mérito, pelo formal e pelo culto.

    • Janadageo Unesp

      Sua explicacao exalta bem a permanencia da ideologia da classe dominante nos dias atuais, ja que chamar um advogado ou medico de doutor, com vc mesmo disse, ‘e uma tradicao/costume de longo tempo atras, em que uma parte da sociedade esteve submissa ao poderio colonial portugues e os doutorzinhos formados fora do pais vinham exercem suas profissoes por aqui. Hj a coisa e totalmente diferente, ser advogado e medico sao profissoes, ponto, e trazer essa nomemclatura ‘e carregar as amarras e a subalternidade da epoca colonial.

    • Beatriz

      Agora só falta dizerem que patentearam a palavra “doutor” lá no século XVIII e as instituições de ensino não poderiam usar… “usurpar”, que ridículo!

      Aff! Coisa de advogado orgulhoso, pedante e presunçoso… acha que o “costume” da população leiga faz o “doutor” dos advogados e médicos valer tanto quanto o título obtido por uma longa jornada acadêmica?

      E ainda usa o “título” de Lula como argumento, título que a maioria de nós, acadêmicos (pelo menos os que não estão mancomunados com partidarismos), repudiamos justamente pelo fato de desrespeitar a importância que esse título ostenta. Título que pressupõe muitos anos de suor e trabalho, e não apenas uma graduação.

      Em vez de encher o ego com um “título” vazio, vá estudar, “doutor”. É muito mais proveitoso. E “cotuvelo” foi horrível, convenhamos…

    • Isabelle Aguiar

      ~~Cotuvelo~~~

      Valeu ‘DÔTÔ’ (Com dois acentos circunflexos, mesmo, pra condizer com seu ”título”.)
      Gente, sentem seus belos RABOS pra escrever uma tese com uma guilhotina no pescoço por 4 anos, defendam diante de uma banca, passem 10 anos se dedicando a uma pesquisa séria, publiquem, pesquisem. Aí sim poderão ostentar o tão sonhado título.Dor de cotovelo, meu caro BACHAREL, é o que o senhor sente por não poder ser chamado de doutor por direito e sim por um falso mérito.

      • Emilie

        Ah gente, parem com isso ! … A verdade é que nós envidamos esforços por 6 anos, conquistamos o título de doutor e ao final, quem ganha  fatura o “vil metal” são eles…

    • Maria Fernanda

      cotuvelo. ¬¬

    • Fernand Pereira

      Comecei a ler de trás para a frente e parei em “cotuvelo”…aff

  • Marcelo

    Só vi duas coisas em comum nos comentários do Uilde e do Aguimar Giolo: verborragia e excesso de erros de português. Isso porque se dizem doutores né? kkkkkkkkkkkk

    • Aguimar Giolo

      Professor de portugues, conteste meus argumentos…nao esqueca que um analfabeto tambem pode ser doutor…. He he he

      • João

        Até que vontade é o que não falta de contestar seus argumentos, mas qual a graça de contestar uma múmia que comete erros básicos de português?  Primeiro saia do século 19 e venha para o séc 21, depois aprenda a redigir um texto com seus próprios argumentos e não retirados da internet ( ainda mais sem citar a fonte) e por fim aprenda de fato o português, para que que alguém venha com menos sentimento de pena e mais interesse em debater com você.

    • Lais Giardino

      Boa, Marcelo!

  • Giselephysicist

    E a história mais antiga, com bases no Trivium e Quadrivium, onde quem completava todos os estudos de um profissional liberal* era considerado doutor? Claro que hoje quem é Doutor tem doutorado, mas até onde eu sei, esses títulos a estas profissões eram atribuídos à história deste tipo de ensino, anterior à colonização brasileira.

    * Na época apenas Médico, Advogado e Filósofo – por isso a sigla Ph.D. (doutor em filosofia de tal ciência) 

  • Leandro Paiva

    Muito bem documentado. No entanto, teria ainda mais valor se o autor não tivesse gasto metade do texto em auto-promoção. Não era necessário.

  • cristiano

    Isso é uma questão de cultural no Brasil apenas. 
    Porém eu acho muito errado uma pessoa querer ser chamada de doutora sendo que ela nunca obteve este título. Até porque já vi muitos doutores titulados que não fazem questão por serem chamados assim…

    • Maria Fernanda

      Concordo… e gostei do artigo, não me entendam mal… mas achei o Doutor que respondeu meio pedante…rs

  • Psp

    No dicionário:
    doutor |ô| 
    s. m.1. Indivíduo que recebeu o maior grau universitário, com direito a usar as insígnias de borla e capelo.
    2. Homem douto em ciências ou letras.3. [Por extensão]  Bacharel formado.4. [Religião]  Dogmatizador arguto.5. [Informal]  Pessoa ignorante e pretensiosa.6. Bacio.

  • Marcela Nascimento

    O curioso é que professores doutores permanecem sendo tratados por professores, jamais como doutores…

  • Alexandre

    Preocupou-se mais em discorrer acerca da sua vida profissional a fundamentar seu posicionamento.

  • Mar Mirian1

    Eu conheço o sacrifício de uma pessoa, para conquistar o direito de verdadeiramente ser chamado de doutor. São anos de estudos e pesquisas, noites e mais noites pesquisando e estudando. É, este título merece respeito, não é qualquer coisa, não é para qualquer um.

  • Mar Mirian1

     Alguém disse que o dic Aurélio enforma que qualquer um com diploma universitário pode ser chamado de doutor, verdade pode ser chamado , agora ser doutor é outra coisa.

  • Joao Aas

    Não abordou uma questão que entendo relevante: uma das fontes do direito é o COSTUME e costumeiramente advogados e médicos são chamados de doutores.

  • LuisFelipeEsteves

    Enfim alguém com competência respondeu, com louvor, minha tão questionada pergunta!!!

  • LuisFelipeEsteves

    Enfim, alguém respondeu, com louvor, à minha tão questionada pergunta! 

    Façamos então um doutorado para obter o título de Doutor!

    Perfeito, Marcos Tura!

  • Leandro

    Bem, pessoalmente não me incomodo com isso, mas apoio a ideia de valorizar a classe. 

    Mas devo comentar ao nobre colega a seguinte frase do manual de redação oficial da república que diz ”É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina.”E tal frase vem logo depois deles mesmos escreverem que:”…doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado.”Ou seja, como o que rege a língua são os costumes e a própria redação oficial da respaldo para isso, é muito pouco provável que essa situação mude. A não ser que a redação oficial mude de ideia e isso tenha apoio dos professores de língua portuguesa do ensino básico.

  • LuisFelipeEsteves

    Perfeito!

    Enfim, alguém capacitado respondeu, com louvor à minha tão questionada pergunta!

    Excelente trabalho, Marcos Tura!

  • http://www.facebook.com/luis.aramis Luis Aramis

    O Lula é Doutor.

    • http://www.facebook.com/edmilsonlucena Edmilson Lucena Junior

      Normalmente quem vive tentando tirar do Advogado, Promotor, Juiz e Presidente da República o titulo de “doutor” não são doutores, são exatamente os que não são. É uma espécie de inveja, pois a sociedade os chamam de doutores mesmo sabendo que não fizeram doutorado. O hábito social é mais poderoso que curso de doutorado aprovado pelo MEC. 

  • Fefacruz

    Num país onde o analfabetismo funcional é endêmico, se a pessoa consegue ler e interpretar um texto já é um privilégio! Que tal discutirmos um tema mais relevante?

    • Alessandro

      Honoris causa, abreviado como h.c., é uma locução latina (em português: “por causa de honra”) usada em títulos honoríficosconcedidos por universidades a pessoas eminentes, que não necessariamente sejam portadoras de um diploma universitário mas que se tenham destacado em determinada área (artes, ciências, filosofia, letras, promoção da paz, de causas humanitárias, etc), por sua boa reputação, virtude, mérito ou ações de serviço que transcendam famílias, pessoas ou instituições.
      Historicamente um Doutor honoris causa (ou Doctor honoris causa) recebe o mesmo tratamento e privilégios que aqueles que obtiveram um doutorado acadêmico de forma convencional – a menos que se especifique o contrário.
      A pessoa que recebe o título de “doutor honoris causa” pode usar a abreviação “Dr. h. c.”. Caso já tenha um título de doutorado acadêmico, poderá utilizar a abreviação “Dr. Dr. h. c.”. A pessoa honrada com mais de um título de doutor honoris causa, poderá usar a abreviação “Dr. h. c. mult.” (Doutor honoris causa multiplex).

      (WIKIPEDIA)

      E agora o GONZAGÃO também…é!

  • Flavio

    O senhor não estaria jogando Hans Kelsen no lixo com o seu texto?
    Se existe a lei, como não tem valor? 
    Furtar pode não ser crime então? 

    Me desculpe mas não vi nenhum argumento convincente a não o de mostrar o seus muitos títulos e levantar egos daqueles que rejeitam esse assunto simplesmente porque não seguiram o Direito.

  • Joao

    prazer… doutor joão… dentista…

  • Rafaelcunha84

    O problema é colocar no mesmo patamar de tratamento uma pessoa que passou, em média, 10 anos estudando, muitas vezes nas mais renomadas e sérias instituições do país, com um filhinho de papai que passou metade desse tempo fazendo bacharelado em uma “UniEsquina” qualquer. 

    • Rogerio A Ribeiro

      Não adianta panos frios , advogado é advogado, mestre é mestre, e doutor é doutor, e  o humilde autor do texto é doutor.

  • Thiago Hansen

    Blaise Pascal, no século XVII: 
    Os nossos magistrados conheceram bem esse mistério. As suas togas vermelhas, os arminhos com que se enfaixam como gatos peludos, os palácios em que julgam, as flores-de-lis, todo esse aparato augusto era muito necessário: e, se os médicos não tivessem sotainas e galochas, e os doutores não usassem borla e capelo e túnicas muito amplas de quatro partes, nunca teriam enganado o mundo, que não pode resistir a essa vitrina tão autêntica. Se possuíssem a verdadeira justiça e se os médicos fossem senhores da verdadeira arte de curar, não teriam o que fazer da borla e do capelo; a majestade destas ciências seria bastante venerável por si própria. Como, porém, possuem apenas ciências imaginárias, precisam tomar esses instrumentos vãos que impressionam as imaginações com que lidam; e destarte, com efeito, atraem o respeito” . (Pascal, Pensamentos,tradução de Sérgio Milliet, São Paulo, Difusão Européia do Livro, 1957, pp. 70-71)

  • Silva Vilhena

    Sou servidor do Ministério Público de Rondônia e, certa feita, uma advogada tentou adentrar no prédio sem a devida identificação. Foi barrada!! A partir daí, começara a peleja dela tentando enfiar goela a baixo, exigindo que eu a chamasse de doutora Fulana para entrar no gabinete do Promotor de Justiça. Normalmente, de acordo com a tradição (e, de certo modo, para afagar o ego dos advogados) os trato com este título. Contudo, no caso dessa advogada, perguntei-lhe se ela – por ventura – era possuidora de tal título acadêmico. Se sim, eu estaria disposto a me desculpar pelo mal entendido, mas a instruiria a seguir o protocolo de identificação. Como não houve resposta (só xingamentos) barrei-a e levei o caso à Promotora de Justiça coordenadora do Parquet. Confesso que senti um enorme prazer…

  • Guinelhs

    Será que o autor desse artigo… tinha a mesma opinião antes de terminar seu doutorado… DUVIDO!!!

  • Jonas Braz Murari

    Muito me honra, Dr. Marco Antônio, poder ler tal artigo. O brasileiro ainda conserva na memória e nos atos sua subserviência ao que vem de outrem, sem qualquer análise e comprovação. Em outros tempos, o que vinha da França e de Portugal (e, na verdade, de toda a Europa), Hoje, se submete ao americanismo do norte, e não reflete sobre o que diz e sobre o que ouve. Prefere um impoluto hot dog a um mísero “cachorro quente”. Receba os parabéns de um velho “mestre” em Língua Portuguesa, concedido pela PUC do Rio de Janeiro, e um graduado, com muito orgulho, pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES.
    Jonas B. Murari

  • Antoniomasachussets

    Você está errado meu caro. médicos e advogados podem sim  ser chamados de doutores, pelo simples fato de defenderem teses diariamente. Os médicos defendem hipóteses diagnósticas, as sustentam, solicitam exames para comprovarem…Pela definição do dicionário, doutor é aquele graduado em medicina ou direito, OU que possui pós graduação (doutorado).

    • Alice

      Você chama ISSO de “tese”?????

      Vá passar quatro anos pesquisando, lecionando, enfrentando bancas e revisores de periódicos, daí você volta e nos conta o que é uma tese de verdade.

      Não sei se rio ou se choro com tamanha presunção…

      PS: Pra quem não sabe LER, melhor explicar: não estou fazendo pouco do trabalho de um médico, é nobre e tudo mais. Mas chamar isso de “tese” é forçar a barra DEMAIS, pelamor! Como se nenhuma outra profissão no mundo (em especial da área de saúde) se deparasse com resoluções de problemas via formulação de hipóteses…

    • cleyton

      Pelo seu argumento, então um pai que “acha” que o filho está gripado e lhe medica algo também merece o título de doutor. Ou quando eu vou ao hospital fazer um exame de sangue, eu posso requerer tal título. Qualquer um pode requerer fazer um exame ou opinar sobre um quadro clínico, não é preciso ser médico para isso.

    • fernando

      vish, espera ai que vou la buscar o papel higienico para limpar a tela de meu notebook, pois respingou merda até aqui kkkkkkkkkkk.

  • Caco

    E no caso do “mestre”? Todo professor é um “amado mestre” ou só aqueles que fizeram mestrado podem ser assim chamados?

    Quem pergunta é um mestre (professor e com mestrado concluído), além de advogado “não doutor”.

  • Tutto_123

    Por que “doutor” deveria ser quem fez “doutorado”? O que acrescentaria o tìtulo de “Doutor” ao cidadao que terminou um “doutorado”?
    Estou terminando meu doutorado no exterior. Nao farei nenhuma questao de colocar o titulo “Dr.” antes de assinar, no futuro, um documento academico, por exemplo! Acho que isso nao acrescentaria nada!! nadica!!!, mesmo porque nas universidades publicas brasileiras, recentemente, doutorado é exigencia para concursos. A cada novo edital que sai, sao raros os concursos que se abrem para Mestres… Ou seja, por o titulo de ‘Dr.’ na frente do nome nao mudaria nada!
    Continuo a chamar de “Dr.” aquele profissional que se veste de branco, algum BOM (mas muito bom) farmaceutico daqueles antigos (que também se veste de branco), algum bom advogado, um psicologo dos BONS… esses SIM sao doutores na nossa cultura BRASILEIRA! Acho ridiculo a ideia de querer modificar esse paradigma! é querer fazer perder toda uma tradiçao que està enraizada em nossa cultura… quem sao os doutores na cultura brasileira!? Sao os que se vestem de branco, i.e., os médicos; alguns bons farmaceuticos (infelizmente isso està ficando cada vez mais raro); alguns BONS advogados; e eventualmente alguns bons psicologos!

    • Arquitetodeaquario

      Entendi porque vc faz doutorado no exterior.

  • Natalia

    Sou advogada e tenho VERGONHA quando sou chamada de Doutora… um dia serei, se Deus quiser, mas ainda assim não me sentirei superior a ninguem! Mania de advogado achar que é muito!

  • Doutor

     Do dicionário:

    dou-tor

    s. m. Aquele que recebeu o mais alto grau universitário.P. ext. Bacharel, médico, advogado.Homem muito instruído em qualquer ramo.Doutor da Igreja, teólogo de grande autoridade.m.
    Aquele que ensina. Homem erudito. Aquele que recebeu de uma Faculdade
    universitária a mais alta graduação desta. (Ext.) Bacharel formado.
    Advogado. (Pop.) Médico. (Fam.) Homem que tem presunção de sábio. O
    mesmo que bispote.Meu amigo, brigar por causa disso é egocentrismo!Doutor tem a denotação de pessoa erutita/estudada e não somente o sentido estrito de doutorado….Desculpe-me, mas para quem escreveu tantos artigos e se diz o maioral, o conteúdo dessa publicação é chula e egocentrica. Contando uma verdade incompleta. E beira a estupidez…

    • Polw

      Oh “inteligência ambulante!” quem lhe disse que o mais alto título é o de médico, advogado ou bacharel???? Para se ter um título de Doutor tem perder mais uns 4 anos (equivalente a um período de graduação!!) isso depoooooois de perder uns 2 anos p ter o título de Mestre!!! Não é a mesma coisa que ficar sentado no pudim por 6 anos!!! Seu curica!!!

  • Doutor

    Caso contrário, é a mesma coisa que dizer que não pode chamar professor de “professor” se essa pessoa não tiver o título de livre docência! Oras, professor é o educador também…

    Outro extremo seria uma pessoa que fez mestrado obrigar os outros a chama-la de Mestre.
    (que tb é uma palavra que apresenta outro sentido além do título academico conferido a quem realizou o mestrado)

    será que autor pensou nessas coisas??

  • Areli Nogueira

    Sensacional! Bato nesta tecla há anos. E isto com certeza vai calar a boca de muito advogado e médico prepotente!

  • OLIVEIRA666

    Aqueles que não possuem o título de doutor e exigem tal tratamento, devem mesmo é estudar mais para entender o tamanho do esforço necessário à obtenção do título. A discussão, embora aparentemente irrelevante, é muito séria. O incomodo provocado a médicos e advogados quando não são chamados de “doutores”, revela a manutenção de costumes, tratamentos, tradições, enfim, instrumentos que visam estabelecer clivagens no seio de nossa sociedade, reafirmando relações hierarquizadas e de subserviência. NÃO VIVEMOS MAIS NO SÉCULO XIX, BEM COMO, NÃO PRECISAMOS CONTRIBUIR COM A MANUTENÇÃO DE MENTALIDADES ARCAICAS. Também gostaria de dizer que não me incomodo se vão me chamar de doutor ou não. O que realmente me incomoda é ver pessoas simples tratando médicos e advogados, que muitas das vezes não têm nem mesmo mestrado, por “DOUTOR”, ou ainda, sô dotô. O que me incomoda  reside menos na palavra DOUTOR e seu significado, e mais na entonação de voz daqueles que a proferem em sinal, não só de respeito, mas sobretudo, de bajulação e servilhismo. Para finalizar, o argumento de alguns advogados de que o título lhes foi validado pelo Imperador no século XIX, só demonstra a total incapacidade que alguns deles (sem generalizações é claro) têm em “ler nas entrelinhas”. Tentem entender o “local Social” de onde saiu essa ideia. Tentem entender a sociedade da época, os interesses em jogo. PAREM DE LER COMO QUEM LÊ UM LIVRO DE CULINÁRIA… (nada contra as cozinheiras). Com relação ao argumento da “produção de TESES”… aí eu devo mesmo é ignorar. rsrsrsrsrs…. Àqueles que não possuem argumentos para questionar o que digo, limitem-se a procurar erros de português neste texto.     

    • José Perito contador(duas pós)

      concordo,a maioria de advogados no Brasil, não fazem nem uma pós-graduação, mestrado nem pensar, apenas exame de ordem, e vão a caça de clientes e acordo
      para ganhar dinheiro, com acordo muito danoso para seu cliente.primeiro deveria fazer o correto MONOGRAFIA –  DISSERTAÇÃO  E  TESE(DR)

  • Ricardo Luis Reis

    Bom, li praticamente todos os comentários e vi que a discursão passou do que realmente está estabelecido para o porque de ser estabelecido desta forma, ou seja…

    …hoje, aqui no Brasil, oficialmente na lei, Doutor é aquele que tem doutorado, e em especial os Advogados e Médicos tambem tem o titulo! É isso? Essa é a questão!
    Porque se estiver estabelecido assim na lei, tem que ser nela que devemos nos basear, não falo em costume nem em tradição (pois eu me refiro ao Médico como Dr. Fulano), mas como foi estabelecido realmente, oficialmente, pois se há “duas verdades”, uma com certeza deve está equivocada!

    O Marcos Tura aí no artigo, me convenceu de algo que pra mim ja estava bastante claro! O cara tem muito respaldo para garantir o que fala, além de confirmar que isto foi determinado pela OAB no Tribunal de Ética e Disciplina e citou os processos. Trouxe provas de que o que fala é o que realmente foi estabelecido!

    Bom, aí vem outros profissionais da área do Direito e contestam com outras provas, que são bastante convicentes tambem e que me fazem pensar se são oficiais ou se são costumes, ou se a atribuição deste titulo ainda não oficializado.

    Se um fala que não existe lei nem documentos que possam servir de base para oficializar o Advogado e Médico como Doutor e coloca esta questão como encerrada pela própria OAB e ainda cita os processos, e vem outros que mostram que existe sim o ‘Documento X nº Y/00′ ou a ‘Norma Tal’ ou até ‘O Manual de Redação da Presidência’ que é o Advogado e o Médico DEVEM ou PODEM receber este titulo… aí eu não sei o que seguir, de maneira oficial é claro!

    Qual o Documento base? Qual a ‘Carta-Magna’ disto tudo? Quem está certo do que é oficial!?

    Novamente, não quero saber de costumes de novo, quero provas oficiais de alguma coisa que seja incontestavél, que ja foi estabelecido!

    A questão de que fulano ”PODE SER CHAMADO DE DOUTOR” é a mesma coisa de fulano “É DOUTOR ou É CONSIDERADO DOUTOR”? Como está na lei, se é que tem lei para este titulo!

    Depois de saber o que está estabelecido, é que poderemos de discutir o “POR QUE” de está estabelecido desta forma!

    Irei me formar em Engenharia Civil em meses, no mundo da construção civil é comum chamarem o Engenheiro de “senhor Dotô”, entendem?!?! Mas prefiro que se quiserem me atribuir um titulo, que seja de Engenheiro somente! Só quero saber se o Advogado e o Médico, apesar de costumeiramente serem chamados de Doutor, são dentro de alguma lei, algum documento oficial, alguma coisa Oficial e Magna está escrito que DEVEM ser chamados assim! E não somente “PODEM” ser chamados assim! Porque eu vi muito conflito entre o PODEM e o DEVEM!

    Ja ouvi muita teoria, quero saber o que foi decido oficialmente!

    Obrigado! E desculpem pelo longo texto!

  • Marcelomello

    Em vez de ficarmos discutindo sobre “coisas” que não levam a lugar nenhum, deveriamos discutir sobre fatos de suma importancia e não mera questão de status. Um abraço 

  • Valdicio de oliveira

    É lamentavel que tenho colegas Advogados que acham o máximo ser chamados de Doutor, e só permitem serem chamados de Doutores, como se fosse um titulo,  sem ter o titulo de Doutorado, alias, muitos deles não sabem que para serem Doutor tem que fazer , pos graduação, especialização, mestrado defender tese, assim se for aprovado a sua tese terá o titulo de Doutorado de sua matéria, pode ser em qualquer area, Ex. Matemática, fisíca, georafia, Histótia ou qual quer outra matéria.

    É um afronto aos que lutaram tanto, com muitas noites perdidas para concluir está tragetória para serem Doutor em sua matéria.

    A Lei instituida pelo imperador Don Pedro I em 1827, é Pública e notória que todos os bachareis deve ter o tratamento como Doutor, mais lebrem se bem que não é Titulo a Lei não é especifica para a Medicos advogados, é para todas as areas de bachareis em qualquer matéria  

    lamentavelmente, que neste País andou bem arrumado e com boa aparencia é considerado Doutor, independente do titulo ou de sua ignorancia.

    Sabemos que existem advogados que usam o terno como pijama, dorme com o terno e o código, na cabiceira da cama.

    um grande abraço aos verdadeiros Titulados como
    Doutores   

  • Pablo de Castro

    Caros amigos, não se trata de simplesmente chamar alguém de DOUTOR por mero reconhecimento ou brincadeira, trata-se sim do fato de que GRADUADOS em Medicina e Direito, ostentam  o título de DOUTOR em cartões, placas e afins, sendo que nem mesmo possuem tal título. Pois bem, querem ser chamados de doutores por seus pacientes ou clientes, não existem objeções quanto a isso, mas colocar em uma placa na porta “Dr. Fulano” é simplesmente se auto-intitular DOUTOR, e como bem já sabíamos este TÍTULO não se ganha quando se gradua um profissional em direito ou medicina, e sim quando um profissional qualquer, de QUALQUER ÁREA recebe, e digo, recebe MERECIDAMENTE tal título após muitos anos de estudo( pelo menos 2 de mestrado e de 4 a 5 de doutorado). Então meus amigos MÉDICOS e ADVOGADOS…aceitem, embora mereçam respeito, e muito…DOUTOR É QUEM FAZ DOUTORADO!!!

  • Ritadiesel

    É necessário fazer com que a sociedade tenha conhecimento.

    • Julio Carlos

       É gol do Brasil!

  • Engenheiro Charles

    Ola´ galera de advogados! Como Engenheiro Civil graduado a 20 anos, quero dar meu pitaco. Concordo, o titulo de Doutor somente deve ser ostentado por quem defendeu tese e conquistou, a duras penas, o merito academico deste titulo. Entendo que a Proclamaçao da Republica derrubou por terra o uso anterior da epoca do Imperio, a dois seculos atras, a partir dai novas normas foram adotadas. Quando fico sabendo que fulano defendeu tese e, por merito, conquistou o Drº na frente do nome, ai eu faço muita questao de chama-lo de Doutor e com orgulho de brasileiro. Durante estes 20 anos venho refletindo e questionando esta forma de tratamento, quando e´ feito indevidamente, por quem chama ou por quem faz questao de ser chamado. Neste periodo percebi que e´ comumente usado entre advogados e saibam que este assunto tamb´´em e´ questionado pelo cidadao em geral. Em nosso meio profissional de Engenheiros, Sao Paulo/Capital e Regiao Metropolitana, atualmente e´ praticamente inexistente esta forma de tratamenteo entre no´s, de nossos funcionarios operacionais ou clientes. Os proprios Engenheiros foram expurgando este erro de ser chamado de Doutor, sem ser. Tambem entendo como falsidade ideologica. Talvez devido a nossa formaçao profissional, area de exatas, que nos faz ser mais logicos, racionais e objetivos. Percebi na pratica, que acaba por facilitar a comunicaçao e relacionamentos, melhorando o resultado nos trabalhos. O titulo de Doutor coloca uma barreira psicologica sutil entre as pessoas, causa bloqueios e compromete o objetivo de uma boa comunicaçao entre as partes. O tao importante ”feedback” nao e´ o mesmo. Isto vai contra os modernos conceitos de atuaçao profissional a fim de obter resultados melhores de qualidade, eficiencia e consequente reduçao de custos para ganhar competitividade no mercado e sobrevivencia profissional. Pessoalmente, somente me direciono ao medico chamando-o de Doutor, pois ja´ houve uma popularizaçao, usos e costumes, as pessoas tem contato regular com este profissional ao longo da vida. O titulo de Doutor ate´ se confunde com a figura do medico.  Pergunto: Na carteira da OAB vem registrado o titulo de Doutor? Qual o tratamento dado e comumente registrado, nos autos e/ou processos judiciais? Se a resposta for positiva vou me render aos fatos e tambem passarei a chamar advogados de Doutor. Caso contrario, nao.

    Engenheiro Charles 

  • http://www.facebook.com/almeida.adriano Adriano Almeida

    Poderíamos dizer então que o título “Doutor” é um homônimo (palavra de mesma grafia, mas de significados diferentes) para essa questão? Pois um graduado em ciências jurídicas e/ou ciências da saúde são “Doutores de graduação” e assim como outros profissionais podem ser “Doutores de doutorado” um dia?

  • Suelyribeiro

    Não sei porque tanta questão em ser chamado  de doutor e esta  enfática preocupação em defender quem é ou não é doutor. Todo sábio é simples e nem se preocupa com tais banalidades.

  • Aguimar Giolo

    nossa!!! o “cotuvelo” virou o centro das atenções!!! Professora de português, percebe que contra fatos não há argumentos!!! CONTESTE MEUS ARGUMENTOS!!! HE HE HE

    • Henri

      Acho que o senhor está fazendo a sua tese de doutorado no mais novo verbete da língua portuguesa: “Cotuvelo”. Interessante.

  • Aguimar Giolo

    Professor de português, percebe que contra fatos não há argumentos!!! CONTESTE MEUS ARGUMENTOS!!! é só blá, blá, blá, mas contestar e provar que meus argumentos não são validos, nada!!! coloque a bunda na cadeira e pesquise!!!   HE HE HE

  • http://www.facebook.com/centroacademico.engenhariacivil Centro Acadêmico Engenharia Ci

    O Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), autorizou a realização de Concurso Público de Provas e Títulos para provimento de cargo de professor efetivo assistente e adjunto da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), em Sobral.  O Edital 09/2012, que fixa as normas do Concurso, foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 10 de julho e está disponível no site http://www.uvanet.br.
    As inscrições serão recebidas no período de 20 de julho a 02 de agosto de 2012, exclusivamente através da Internet, no endereço eletrônico htpp://concursos. uvanet.br, para os Cursos de Engenharia Civil e de Letras. A titulação exigida é de Mestre e Doutor. Estão sendo ofertadas 20 vagas.
    Após a conclusão do preenchimento da ficha de inscrição on-line, deverá ser impresso o boleto bancário, também disponível na Internet, para o pagamento da inscrição, no valor de R$ 100,00, em qualquer agência bancária, até o dia 03 de agosto.
    O Concurso será coordenado, administrado e realizado pela Comissão Executiva de Processo Seletivo – CEPS/UVA. A aplicação das provas escrita dissertativa, didática e de títulos ocorrerá nos dias 14 e 15 de agosto, no campus CIDAO, em Sobral.
    A remuneração total, incluindo vencimento base, gratificação de dedicação exclusiva, gratificação de regência de classe e gratificação de incentivo pessoal, com regime de trabalho de 40 horas semanais, será de R$ 5.310,79 para Professor Auxiliar/ Nível A; de R$ 7.016,71 para Professor Assistente/Nível D; e de R$ 9.927,81 para Professor Adjunto/Nível I.As vagas
    Das 20 vagas ofertadas, 13 são destinadas para o Curso de Engenharia Civil, para lotação no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia, nos seguintes setores de estudo: Construção Civil (04), Estrutura (02), Física na Engenharia (01), Matemática na Engenharia (01), Meio Ambiente (01), Recursos Hídricos (02) e Solos (02).Para o Curso de Letras, do Centro de Filosofia, Letras e Educação, são 07 vagas nos setores de estudo Língua Inglesa (03); Literatura da Língua Inglesa (01); Ensino de Língua Inglesa (01), Linguística e Teoria da Literatura (02).ServiçoComissão Executiva do Processo Seletivo – CEPSAv. Dr. Guarany, 317 – Campus CIDAO, Derby, Sobral-CEFone/fax: (88) 3677-4210 – site: http://www.uvanet.br
     
    Fonte: Assessoria de Comunicação da UVA

    • Karl

      No Brasil, basta comprar um terno bacana e todo mundo vai te chamar de Doutor.
       

  • Sandra Maria

    Professores com doutorado são antes de tudo professores, na acadêmica se assina como professor doutor, não como doutor professor.
    Com certeza, para os que fazem questão de serem chamados de doutor sem ter doutorado, vão preferir o doutor antes de tudo.
    Somente me apresento como doutora na academia e penso, que somente exigiria que me chamassem de doutora, se desmerecessem a minha formação com opiniões fruto da ignorância, mesmo assim, ainda ia depender de eu estar ou não com TPM rsrsrs.
    Quem é….não precisa querer ser…mas existem arrogantes em todos os lados, com título de doutor ou não.
    O artigo acima que suscita o tema é muito bom, mas não era necessário que o colega doutor demonstrasse o quanto ele tem autoridade pra dizer o que disse…desnecessário todo seu curriculum…

    • Antonio

      É bem isto. Quem é verdadeiramente DOUTOR (entenda-se que conquistou o título mediante provas e títulos) não faz questão de ser assim tratado. Já, quem não é… faz questão.

  • Raquel

    A vaidade é realmente absurda !!! E como uma colega abaixo disse: ver advogados discutindo por um título, não tem preço !!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…. 

  • Rogeriolustosa

    Excelente texto! Parabéns!

  • Vivirocha

    é típico de certas pessoas: o poder sobe a cabeça!!!
    Não “cuspa no prato que comeu”, caro colega!!!

  • Alberto

    Titulo de Doutor! Sou advogado e não faço questão. Também não me interessa se sou chamado de Sr, Dr, etc… O que me deixa triste é ver mentes brilhantes falarem, falarem, falarem, em troca de diminuir a laboriosa advocacia. Percebo que não é apenas um forum elucidativo, mas sim de ataques. O que voces ganham com isso? Por que não vamos discutir o quê o MP fez na ditadura? Acho muito mais proveitoso, para aprendermos. Outra, eu chamo os magistrados de Excelencia, nunca chamei de Doutores, mas existem alguns profissionais, friso que não me refiro a uma classe, que desejam demonstrar uma proximidade e ficam chamando todos de Doutores, menos o advogado, claro! Por mim, se o advogado quer ser chamado de Doutor, assim como outros membros da justiça, ok. Eu chamo de Doutor. Aliais, já chamo antecipadamente, para não gerar conflitos. Contudo devo confessar: Tenho muitos conhecidos Promotores e nunca fui corrigido, como, por exemplo: Não sou Doutor! É, a vaidade só não aparece em textos e discussões como este. Agora, não posso deixar de falar, está na história, na biblia, ainda na legislação e nos usos e custumes juristas terem o titulo de Doutores. Desculpem os Doutorados acadêmicos, mas no Brasil é isso. Abraços.

  • Idestemido

    ahahahahah, olha Doutor, deve ser dor de cotovelo, pois agora fez doutorado e não quer ser equiparado aos demais. não misture as coisas e não distorça a lei. A lei é clara, os que frequentarem 5 anos e estiverem de acordo com os etatutos futuros (OAB) serão doutores e, somente dentre estes poderão ser escolhidos os professores (Lentes).

    é assim que diz a lei.

  • http://profile.yahoo.com/5ZB3FRJG63PZYQOJ7FKWM6WNOM Alberto Ashikawa

    Quanta preocupação para se usar um título

  • http://profile.yahoo.com/UDYMHUZHUMBTOWM545ZH5FR6GM Bruna

    O “Doutor” Marco Antonio Ribeiro Tura, com tantos títulos e anos de estudo e dedicação, se preocupa em dissertar sobre isso???? De fato, há Doutores e “doutores”.

  • Dellpierro

    Por que ao invés de discursar e embasar sobre algo que realmente importante como a corrupção e falta de educação você quer falar sobre o pronome de tratamento para advogados? Cultura é cultura, respeitemos… e nos casos de soberba que se faça a justiça, afinal só chama de Dr quem quer!

    • Junior_quimico

      Estou no meio acadêmico há 15 anos, fiz mestrado e doutorado na minha área. Eu sempre percebi que entre a maioria dos detentores do título de doutor não há muita vaidade com relação à forma de tratamento, haja vista que dificilmente vemos algum professor exigir ser chamado de Doutor….Tal atitude é notada exatamente para os advogados, médicos e profissões a fim, que não possuem o título, a maoria destes sim, se sentem ofendidos se forem abordados recebendo o Dr antes do próprio nome. Inversão de valores. Hehe 

  • André Simões

    Ter um titulo de doutor, sem fazer um doutorado muito me lembra as artes marciais. Quando o aluno novato quer mostrar no bairro que está fazendo karatê ele espera sair da faixa branca (do novato) passar para a faixa amarela (algo como 3 meses de treino) e ai todo dia quando sai do treino ele enrola o quimono com a faixa amarela e vai com ela pendurada no ombro. Assim todo mundo vê no caminho de casa que ele está fazendo karatê. Mas ele não é formado, nós consideramos “formado” apenas um faixa preta. Quando o aluno chega a faixa preta ele não faz mais isso. Ele já é formado, e isso basta. Ele não precisa mostrar que faz karatê. Ele é formado em karatê.

    Com os advogadinhos sem pós graduação acontece a mesma coisa. O que sabe da profissão e da vida uma pessoa com 5 aninhos de estudo pra querer ser chamada de doutor? Doutor pressupõe a sumidade no assunto, o douto no assunto, como a própria palavra diz.

    Assim o advogadinho com seus 5 aninhos de estudo nao sabe nada ainda, ou melhor sabe tanto quanto o menino com 3 meses de treino.

    Esses advogadinhos que advogam em causa propria para ter na marra o tal título são na verdade meninos mimados e marrentos que querem porque querem a coisa. É uma pena que na profissão que escolhem não existam meios que lhes ensinam a humildade, como temos no karatê.

    A proposito, ler os advogadinhos com suas argumentações chega a dar dó até para mim que so fiz faculdade de Educação Física e de Filosofia:

    a) Foi instituido por D Pedro I (tudo que era do império em termos de legislação caiu com o advento da República, qualquer advogado deveria saber disso, mesmo os nao doutores, rss)
    b) Lula tem o  título de Dr Honoris Causa (e quando se fala de uso de intelecto por acaso Lula é referência de alguma coisa?)

    Em resumo advogadinhos… eu nao chamo nenhum do vocês de doutor, especialmente aqueles que colocam isso no cartão e ainda provoco chamando pelo nome, olhando na cara e rindo. Se algum ainda assim insiste, eu faço a pergunta fatal: Em que área você defendeu a sua tese? A minha foi em na relação psicológica do conflito físico do ser humano.

  • Joao

     Sou formado em Técnico em Mecatronica, mas me reconheco como Eng. em Automação Industrial. Nesses ultimo meses venho pensando em me Chamar de Dr. em Automação Industrial, pois no Brasil uma mentira dita mil vezes vira verdade… Então porque não tentar? Apoio plenamente o autor do texto…! (Y)

  • http://twitter.com/jsmorais Jucemar Morais

    Quase falando a mesma coisa, porem, ao meu ver, ainda mais completo e embasado historicamente, recomendo a leitura: http://jus.com.br/revista/texto/13451/doutor-um-titulo-academico-em-constante-usurpacao.

    Não contraria, necessariamente, o artigo acima, porém, permite compreender a existência do costume (não apenas entre advogados) do uso da palavra “doutor”…

    Assim eu não diria que SOMENTE pode ser chamado de doutor quem fez doutorado, assim como não diria que DEVE ou tem direito de ser tratado por doutor quem concluiu um mero bacharelado!

  • Ailtonhdias

    Todo mundo aqui fala sobre o advogado ser ou não doutor, contudo o eminente jurista em nenhum momento aborda a questaõ do doutor honoris causa, o ex presidente Lula tem varios titulos de doutor honoris causa! outros não prestigiam os que fizeram doutorado no paraguay, na verdade já nem sei mais o que é e o que não é a insegurança juridica é total cada um fala uma coisa em suma numa sociedade capitalista doutor é quem é rico ou milionário estes podem exigir o que quiserem pois possuem poder aquisitivo enfim falei!!!

  • Maria Luiza

    Concordo e aplaudo, Dr. Tura. Postei há pouco no Facebook o descaso de uma médica para com um colega fonoaudiólogo. Transcrevo abaixo, pra melhor elucidar o seu posicionamento enquanto advogado e real Doutor!

    Manhã de 2a. feira, recepção de uma clínica de otorrinos, uma médica acompanha seu pai para moldagem de aparelho auditivo, informa que este tem uma consulta com o fonoaudiólogo audiologista, a recepcionista, educadamente, responde: 
    - Os Srs. aguardem, pf, pois o Dr. … se encontra com outro cliente (o casal havia chegado antes do horário agendado). 
    A médica e acompanhante do pai dispara em alto e bom som, pra que todos a ouçam:
    - Como doutor, ele é médico?
    Pena eu não estar presente, pois devolveria a pergunta mais adequadamente!

    Até quando certas categorias continuarão se achando acima das demais e se autoproclamando “doutores” sem o título acadêmico que lhes permita exigirem o tratamento “Dr.”? E o fonoaudiólogo pode nem ter doutorado, mas certamente a médica tb não o deveria ter, haja vista a forma como se expressou!

    Que eu me lembre, o juramento de Hipócrates não prega arrogância muito menos deselegância. A funcionária se dirige a toda a equipe, médicos e fonos, como Drs., por educação e gentileza. Já a educadinha, que passou 8 anos encarando uma universidade….! 

  • Moyseschaves

    Turra de quem quer só para si o título, tentando diminuir os outros colegas através de seu vasto-vaidoso currículo, aqui desnecessário a não ser dizer seu próprio título. A denominação de doutor é consagrada ao médico há séculos ou milênios e o curso de doutorado fala de coisa diversa, apesar de com o mesmo nome. Várias profissões esperneiam para obter o mesmo título respeitoso mas não se muda uma tradição bem fundada com atos e decretos.

  • brzli

    A tradição é inerentemente uma instância efêmera da cultura. Do contrário, ainda seríamos homens das cavernas.

  • Caio Rodrigo

    Bom texto. Contudo, ao tentar dissertar racionalmente evite argumentos (falácias) de autoridade. Abraços

  • Marcos André da Silva dos Sant

    Como diz : “é costume” e não obrigação,então não se faz justo exigir esse tipo de tratamento quem não adquiriu esse título acadêmico.
    De forma respeitosa devemos tratar  todas as pessoas,e usar os pronomes de tratamento adequado àquelas que fizeram por onde merecer e não por mera arrogância,e até mesmo porque não é pronome de tratamento e sim título acadêmico.
    Na verdade ninguém pode exigir não é mesmo ?!

  • http://www.facebook.com/carolbiazutti Carolina Biazutti

    Só chamo de Dr quem tem doutorado. Não interessa se é médico, advogado e o que for. Se o caboco tem, o chamarei. Se não tem, vá obter um título pra poder ser chamado de Dr.

  • Edevaldo Santos

    Isso só acontece no Brasil… Nos EUA e alguns países da Europa, Ásia , etc… Doutor é quem possui Doutorado. No Brasil quem é rico, médico e advogado são chamados de Doutores… Mas se olharmos a posição do Brasil no ranking Mundial de Educação, justifica os advogados, médicos e ricos serem chamados de ‘doutores’.

  • Edevaldo Santos

    Então um advogado me cobra R$ 10.000,00 para ver uma causa trabalhista, sendo que a lei existe, ele simplesmente me enrola por mais de 18 meses… Isso é tese? Manipular o que está escrito sem aproveitamento nenhum para a sociedade?
    Então o cara é doutor?! Fala sério…

  • roger roger

    No Brasil, advogado, médico, empresário, ou simplesmente um engravatado que entra num buteco é chamado de DOUTOR.
    Quem faz doutorado é chamado de professor…

  • roger roger

    No Brasil, advogado, médico, empresário, ou simplesmente um engravatado que entra num buteco é chamado de DOUTOR.
    Quem faz doutorado é chamado de professor…

  • http://www.facebook.com/harleypachecodesousa Harley Pacheco de Sousa

    Perfeito, Doutor é quem adquiriu o titulo por meio de doutorado.

  • Rogerio Filho

    Aeeeeee! 
    Apoio todas as palavras escritas acima!Sempre fico irritado quando escuto um advogado chamando o outro de Doutor. Até mesmo quem é médico.
    Cada um deve fazer por merecer…
    Como disse o maior físico de todos os tempos, Dr. Albert Einstein:
    “Quanto maior seu conhecimento, menor seu ego. E vice-versa.”

  • DJALMA

    Sempre contestei esse titulo do doutor pra quem faz 5 anos de faculdade de Direito, só que ainda não tinha nenhum respaldo pra discutir sobre o assunto. Obrigado pela ajuda.

  • http://www.facebook.com/souzafelipe Felipe Souza

    Excelente

  • http://www.facebook.com/souzafelipe Felipe Souza

    Excelente

  • http://twitter.com/karencriscosta Karen

    Adorei, por ele ser sincero e não se auto titular-se sem antes ser, pois mesmo sendo poderia van gloriar a categoria. :)

  • Adele

    Enquanto os “DOUTORES” advogados discutem pelos títulos os arquitetos trabalham! sem mais!

  • Khaleesi Targaryen

    Senti falta dos médicos, dentistas e veterinários na discussão.

  • http://www.facebook.com/BrunaVidel Videl Bruna Alencar

    Perfeito!

  • Fred

    Não e de direito de ninguém pedir,implorar muito menos exigir que os outros o tratem por Dr tal atitude e pretensiosa e ridícula!! Pessoas assim não merecem nem ser chamada de dotó

  • capitu

    As minhas experiências são horríveis,quanto à titulação: desrespeito, desconsideração, humilhação, discriminação,nos ambientes mais diversos.Tive alunos adultos que chegaram a dizer que eu era muito simples, nem “parecia” doutora.Por outro lado,gostavam da maneira como traduzia o conhecimento para eles.Mas entre colegas na pós vivi situações de muita discriminação:cor,nível social,trajes,etc…Pode?Curiosamente, levo bronca às vezes de conhecidos por não transparecer que sou doutorada.Num protesto que fiz numa universidade, um aluno chegou a dizer que meu comportamento era impróprio, por estar no sagão protestando.Quem vai entender?

  • Sergio Teotonio de Amorim

    Parabéns! Sempre pensei da mesma forma. Mas precisei ouvir, nesse caso ler de alguém com conhecimentos claros, para ter a certeza de que não pensava erroneamente. Obrigado pelo esclarecimento.

  • Renato

    Inveja pura.

As opiniões expostas nos comentários não refletem as do autor do blog, algumas vezes mal refletem as do autor do comentário.


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