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Pós-Graduação e incompetência

Pós-Graduação e incompetência

Sempre fui contra generalizações de qualquer espécie. Acredito que em todas as profissões, cursos e áreas existem bons e maus profissionais, assim como em qualquer grupo de pessoas existe aquelas que são boas e… bem, aquelas que não são tão boas assim. O problema é que na maioria dos casos os bons profissionais acabam levando a fama por conta dos ruins.

É claro que existem muitos pára-quedistas na pós-graduação. Alguns optam por fazer uma pós porque estão desempregados e não querem ficar parados, outros por causa da bolsa e por aí vai.

Mas tem muito profissional bom, dedicado e compromissado, que decidiu fazer uma pós-graduação por motivos muito mais nobres. Na pós-graduação que eu faço, por exemplo, estes profissionais dedicados representam pelo menos 90% do corpo discente, com certeza. Gente produtiva, que faz você ficar produtivo na marra, só para não ficar pra trás.

Dias atrás me mandaram o link do vídeo abaixo e… bom, acho melhor você assistir e tirar suas próprias conclusões. Atenção especial ao comentário infeliz quando o vídeo chega em 01:12. E você, o que pensa sobre isso?

Postado por

Data: 16 de maio de 2010

Categoria: pós-graduação.

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Comentários

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  • http://adornorules.wordpress.com/ Cássia Tamyris Sousa

    A pós-graduação é um nível a mais de estudo e que contribui para a construção do saber científico. Por mais que um aluno estude na graduação, é impossível fazer uma pesquisa aprofundada num trabalho de conclusão de curso. A universidade até pode ser falha, mas existe outra coisa que pesa mais: tempo. É preciso tempo para se estudar determinada área e desenvolver algo relevante cientificamente. Acho que o grande problema do ensino hoje, não apenas o universitário, é que virou senso comum encará-lo como algo instrumental. Pra se empregar, pra ganhar dinheiro, etc. Tudo isso é consequência. O primordial quando se faz qualquer curso é aprender. E aprender consiste em assimilar aquilo, colocar em prática, coisa que vem se tornando cada vez mais rara entre o pessoal das humanidades.

  • Lucas

    Yeah, stricto sensu não serve pra nada então? Acho que existe diferença de uma pós de qualidade e uma qualquer. O repórter, na minha opinião, tem a obrigação de deixar isso claro na TV, onde muitas pessoas assistem.

  • Marina

    Vamos explicar pra ele o que é pós-graduação. Deixar ele estudando 3 horas por dia em paralelo pra ver se ele aprende.

    • Antonio

      Haha, mto bom!

  • http://Pos-graduaçãoéatestadodeincompetência??? Rafael

    Olha Pratz, caso você tenha feito algum curso universitário (não é o que perece), você deve saber que foi ensinado por pessoas que fizeram pós-graduação, ou seja, se quem lhe ensinou é incompetente, o que dizer de ti???? Isso é triste, pessoas que, além de 5 anos de graduação, ainda dedicam tempo para 2 anos no mestrado e mais 4 anos no doutorado (totalizando 7 anos além da graduação = total de 12 anos) para ensinar ingratos como o Pratz… Por isso o país está desse jeito!!!
    Pratz, você foi muito infeliz no seu comentário!!!! Lamentável!!!

    • Ana

      2+4 = 6, somando os 5 anos de graduação, dá 11… 

    • Eu

      ahuahuahau não sabe contar.

  • Alessandra

    Eu acho que a interpretaçao que tá sendo feita da reportagem é equivocada. Ele nao chamou todo por graduando de incompetente. Ele ressalta na verdade o fato de cada esquina ter uma pos graduação de má qualidade na maioria das vezes. Ele quis apenas chocar, fazer refletir.

    • Luan Ormond

      Sim Alessandra, ele realmente quis chocar falando das pós-graduações de má qualidade. Mas o que estamos falando aqui é que ele foi infeliz na utilização de termos como: “…quem faz pós-graduação está assinando atestado de incompetência…”. Uma coisa é falar mal de grande parte das pós-graduações ofertadas, outra é generalizar a comunidade dos discentes da pós. Uma opinião, ao meu modo de ver, completamente equivocada.

      • Ju

        Acho que o grande problema é que o pessoal não sabe diferenciar Stricto de Latu Senso… Levando-se em consideração nós que fazemos mestrado/doutorado, o comentário desse vídeo é totamente ofensiva, estúpida e ignorante. Quem faz mestrado/doutorado tem um objetivo muito direcionado: pesquisa/docência. Quem quer aprender algo com mais profundidade, que não aprendeu na graduação, vai fazer especialização, que é justamente a crítica dele. Acho que esse cara deveria deixar essa diferença bem clara, pois acaba denegrindo nossa imagem! Além disso, esse cara fala muita besteira, porque certamente não conhece a realidade de muitas universidades federais, onde temos aulas de 7h da manhã às 7h da noite, com horários desorganizados por pura comodidade para os professores. Imagine ai, passar mais de 12h fora de casa e o cara ainda solta piada dizendo que temos tempo sim pra estudar por conta própria!

        • Amandasales

          Ele não conhece realmente os cursos de mestrado e doutorado das universidades federais.

        • João Guilherme

          Ignorância total! Eu ainda sou graduando e tenho aula de 8 às 18hrs. Isso significa tempo em aula e não tempo “livre” de estudo por conta própria. Sem dizer que ainda não tenho as responsabilidades de quem faz uma pós, mas seguirei na carreira acadêmica. Luiz Carlos Prates está em um mundo paralelo e virtual, porque não conhece a realidade das universidades federais.

        • Renato Soares

          Ou não… Também pode ser que o carinha queira ter seu mestrado para ganhar seu percentual de qualificação, o que é comum em cargos administrativos com alguma especialidade. Não é necessário ser professor/pesquisador para ter Mestrado/Doutorado (eu mesmo sou um). Mas que o imbecil foi infeliz no comentário foi ! 

  • R.B.,J.

    Como uma pessoa publica pode colocar o que pensa dessa maneira?Tudo bem ele achar que alguem que fez uma pos-graduação so pensou no retorno porem se fosse assim a demanda de pessoas que tentam fazer um mestrado(sao nao apenas 2 anos de estudo isso sem pensar na abstinencia de divertimento),um MBA em qualquer coisa relacionada a sua area,um doutorado,um pos doct. nao seria tao intensa.Pq parando para pensar, pesquizar nao eh uma fonte de lucro financeiro.Investimento em sua carreira profissional depende mais do que voce.Contudo ele nao pensou em dizer coisa com coisa ele apenas saiu falando, julgando que 90% das pessoas sao burras e que n irao fazer nada em prol de conhecimento ou em ajudar o mundo a crescer.Se em uma pesquiza voce se dedica 60h por semana qualquer outra fonte de “lucro” pagara mais do que uma bolsa.E tem o detalhe que n é todo o projeto que se consegue bolsa(auxilio educaçao).
    Ele tem alguma pos? Existem sim pessoas que pensam apenas no certificado,mas a pessoa passar anos ou ela desisti do que esta fazendo ou ela passa a gostar e ser inteligente.
    Seria uma discurssao para horas.

  • Ione

    Quem sabe se pensarmos num curso de especialização lattus senso, que tem aula somente no fim de semana, 15 em 15 dias, sem aprender o que é pesquisa, como se faz pesquisa e para que serve pesquisa, e ter as mesmas aulas da graduação…. sem publicações, sem trabalhos, sem apresentações…. parte do discurso do Prates é verdadeiro….

  • http://www.lunabay.com.br Alvaro Augusto

    Realmente um comentário infeliz, mas a infelicidade reside na falta de definição do que ele entende por “pós-graduação”. Ele parece dar a entender que se tratam daquelas centenas de cursos do tipo “MBA Executivo”, muitos dos quais garantem aprovação com a mera presença em aula e alguns trabalhos elementares.

  • B

    Hoje em dia somos nós ACADÊMICOS, MESTRANDOS E DOUTORANDOS que contrimos nossa vida profissional, seja ela em qualquer que for o programa strictu sensu(conceito, área…)O comentário de Alvaro Augusto foi curto e grosso e que sirva para calar a boca do prates que ao me ver desmerece e tira os méritos de quem estuda e busca uma qualificação…

  • Ane

    Prates colocou num balaio só todo tipo de pós-graduação como se fosse tudo a mesma coisa, não dá pra generalizar. Não é o primeiro comentário que ouço do Prates que causa arrepios na espinha, que tipo de jornalismo é esse que ele pratica?

  • Mônica

    Senhores pós-graduandos que aqui escreveram, primeiramente saibam distinguir uma REPORTAGEM (apresentação de fatos, notícias) de um COMENTÁRIO (cárater opinativo). Esse cara não é repórter nem está exercendo a função. Aliás, duvido muito que ele tenha qualquer graduação. Se tiver, provavelmente deve ser bacharelado em Direito, concluído há mais de 20 anos. Precisa se atualizar e conhecer outras realidades, fora de seu campo de visão!

    • http://twitter.com/maximothamyres Thamyres Máximo

      Concordo com Monica!

      Esse comentarista precisa aprender o que é jornalismo opnativo, aprender como se faz e principalmente estudar o tema sobre o qual ele vai se pronunciar!

  • Felipe

    Certamente o Prates precisa se qualificar.

  • Fábio

    Hahaha, comentarista de futebol e vem falar de pós-graduação!

    Vai fazer um mestrado numa universidade federal e depois me conta se teve tempo de fazer pesquisas paralelas.

  • http://www.twitter.com/silvawelington Welington Silva

    Concordo com tudo que ele disse em se tratando de “Lato Sensu”.

  • F

    Não sei se é mais infeliz o comentário do entrevistado do vídeo, ou o de alguns colegas que de tanto pensar “Stricto Sensu”, acabaram restringindo também suas visões ao próprio umbigo, achando que o que fazem é a única coisa que presta.
    Fui estudante em período integral em uma renomada faculdade pública de meu estado. Durante 3 anos desfrutei de bolsa de iniciação científica Fapesp, ou seja, passei por boa parte da loucura de prazos e cobranças por relatórios e publicações. Tive a oportunidade de fazer mestrado e até mesmo o doutorado no exterior, onde já teria bolsa garantida em um projeto. Mas, a vida acadêmica não era o que eu queria…experimentei um gole deste copo e não gostei. Tive coragem para dizer não, contra todas as expectativas.
    Tive uma oportunidade de emprego em área, esta sim, de meu agrado e lá fui eu mergulhar na nova experiência.
    Estou cursando minha segunda pós-graduação Lato Sensu, onde aprendi muito.
    Escolhi cursos em temas que não foram plenamente abordados na minha Universidade (não por esta ser ruim, mas sim por serem temas muito específicos).
    O curso Lato Sensu não é pior nem melhor que o Stricto Sensu, é apenas voltado para um público diferente. É claro que quem faz Mestrado ou Doutorado acaba fazendo disso seu trabalho, sua vida. Mas isso não faz um mestrando ou doutorando mais importante que uma pessoa que trabalha a jornada de 40h semanais e ainda estuda em suas noites ou sábados e tem que fazer monografia, trabalhos e estudar para provas. Como eu disse antes, são objetivos diferentes. Cada um na sua, sem desmerecer ninguém!
    Não vou negar que existem cursos Lato Sensu bem ruinzinhos, mas não podemos esquecer das instituições sérias e das pessoas dedicadas que optaram por essa modalidade. Vamos lá, pessoal, ampliem suas visões de mundo!

  • F

    Ah! só para complementar meu enorme texto:
    De que adianta vocês se matarem para publicar uma centenas de artigos, se não existirem pessoas capacitadas e competentes para colocar a teoria em prática na vida real?!
    É muito bonito sim, experimentar e pesquisar, mas convenhamos que se ninguém for ler e utilizar aquilo de forma prática, publicar não será nada além de uma grande perda de tempo, ou seja, cada artigo será apenas uma citação em um outro artigo que será citado por outro artigo (e no final das contas não passará de um grande alimentador de egos).
    Continuem sim pesquisando, pois conhecer é muito importante. Mas não esqueçam que o foco disto não é só ser citado trocentas vezes e aumentar seu Fator H, mas é também dar subsídios para alguém “não-acadêmico” aplicar a teoria em problemas reais.

    • Josi

      Olá F

      Claramente você não cursou ou pesquisou sobre a pós stricto sensu para entender a real implicação e a finalidade da pesquisa. Há sim a pesquisa puramente para desenvolvimento de teoria, mas há, e MUITO a pesquisa com implicação gerencial ou você acha que as melhores práticas empresariais foram desenvolvidas como? Alguém pesquisou e pensou muito sobre isso, e outra pesquisaram mais, aprimoraram e PUBLICARAM. A publicação e a pós stricto sensu não é o escrever sem propósito para engordar curriculo Lattes. É da pesquisa que surgem as práticas empresariais, de onde vêm as ideias e onde elas são desenvolvidas por seres pensantes e não apertadores de parafuso. Acredito sim que há pós lato sensu que são boas, mas são raras assim como seus alunos que procuram desenvolver algum conhecimento.

      • Daltron

        Olá Josi,

        Você acabou colocando para nosso colega F, o que eu queria colocar. O comentário dele deixa um pouco a desejar e mostra a imaturidade dele. Fico imaginando a visão de crescimento que ele tem na empresa que trabalha. As pessoas tem que entender, que no BRASIL, é a pesquisa básica desenvolvida nas universidade e Institutos de pesquisa, que lança novos produtos para o mercado. Tem que entender, também, que vc fazer um mestrado ou doutorado, quer dizer que vc vai dar aula. Hoje, as indústrias estão buscando esses profissionais. 

      • Adriana

        Noooossa! Isso é um fórum de pessoas envolvidas com o intelecto ou um ringue  a moda “The Big Bang Theory?” Quem precisa lutar tanto para mostrar que sua visão é mais importante do que a dos outros não deve ter mesmo tanto intelecto assim… Ah, e só para constar: em resposta ao comentário ao comentário da Monica, Bacharelado em Direito não desqualifica tanto uma pessoa como comentários tão arrogantes contidos neste site…

    • Patialbino

      Perfeito!

  • Lili

    Infeliz é quem levou isso em consideração!
    Vale dizer ignorante?

  • Astolfo

    Toda história tem dois ou mais lados. Acho que o maior problema da pós-graduação nesse país é que é um sistema do “cumpadres”. Pude presenciar em provas para admissão em mestrados de universidades federais de minas e rio, professores dos cursos entrando nas salas para comprimentar “carinhosamente” alguns candidatos, que certamente eram alunos de isoladas, e que, com certeza, foram aprovados. Esse episódio se repetiu na UFRJ, UERJ, UNIRIO, e em Minas, na UEMG. Na UFOP, uma pessoa formada em letras foi selecionada para o mestrado em COMPUTAÇÃO, apesar de não saber nada sobre programação de computadores e de ter apresentado publicações falsas e outras tramóias do tipo. E quando se viu reprovada nas disciplinas, foi levada para o mestrado em ENGENHARIA ELÉTRICA da UFMG pelas mesmas mão que a colocaram no curso anterior.
    Daí resulta a intutilidade de muitos programas de pós-graduação, já que não retornam para a sociedade o dinheiro público investido.

  • Nádia

    Acho que o F falou mto bem. Estou iniciando no mestrado agora, e me agrada a carreira acadêmica, embora ñ seja minha única opção. Mas é fato, quem se forma, vamos supor, em Adm, terá mto mais afinidade com um lato sensu. É diferença entre as áreas. Porém, eu abomino a figura desse pseudo jornalista arrogante e mal informado que fala barbáries pelos cotovelos e acha que é um grande construtor de opiniões. O Prates é um mal a ser extirpado do sul do BR, junto com sua emissora. Dizer que pós graduação é atestado de incopetência é algo que só poderíamos ouvir de um sujeito absolutamentee incopetente.

  • Paulo Vitor

    Já vi outros videos desse cara e sinceramente acho ele um idiota.
    Mas acho que só se esqueceu de estudar 3 horas fora do expediente sobre o que é pós-graduação…

    É impossível que alguém alcance o conhecimento e amadurecimento profissional e pessoal só com a graduação. A pós é muito importante para se tornar um cientista que sabe do que está falando e fazendo, nos permite nos aprofundar em um determinado assunto.
    E só pra avisar pra ele que muitas descobertas revolucionárias, de medicamentos, etc, vem dessas pesquisas realizadas por pós-graduandos ou pós-graduados.

  • Ilzat

    É complicado e ao mesmo tempo absurdo opinar criticamente sem uma visão mais ampla sobre a dinâmica da academia. Posso falar apenas da minha experiência e de muitos dos meus colegas professores da Educação Básica. Sou Pós-Graduada Lato-Sensu e logo depois participei da terrível seleção para o Mestrado em uma Universidade privada, fui aprovada fiquei muito feliz, cheia de expectativas, mas a decepção foi grande. Inicialmente ao comparar a carga horária do meu Lato Sensu com a do Stricto Sensu, constatei que a do Lato Sensu possuia o dobro de horas, sem falar nas aulas. Opinar? Debater? Críticas? Para quê? Siga o modelo apenas. Sem falar no restante. Fui para uma instituição privada porque sou professora de sala de aula, sempre estudei e trabalhei e o horário era acessível.Obviamente me retirei, fui tentar a seleção para uma Federal passei, mas encontro dificuldades com os horários, a diferença é grotesca, o aluno participa, é desafiado a pensar, opinar enfim.Penso que Prates deveria ter preparado melhor esta fala, com o poder que possui, poderia ter sido bem mais produtiva para a população. Como por exemplo o grande número de universidades privadas consideradas de “ponta”, que mais parecem imensos Shopings Centers que utilizam milhões em verbas que seriam destinadas para bolsas de estudo para ampliá~las cada vez mais, e o MEC? Enquanto algumas Universidades Federais caem aos pedaços e ainda assim continuam sendo as melhores na formação de profissionais competentes? Nós não estudamos 3h por dia Sr. Prates, estudamos muito mais do que 3h por dia, respiramos conhecimento 24h por dia. Quem estuda, estuda porque gosta está na veia.Realmente ainda não há valorização do profissional que busca formação continuada, não por sua “incompetência”, mas pela incompetência de quem governa este país que trata a educação e seus professores como lhe convém. Não é conveniente investir em educação, em seres pensantes e críticos. Tenho colegas Mestres e Doutores que estão desempregados porque as Universidades e escolas particulares só querem lucrar,muitos trabalham em regime de contrato temporário para se sustentar. Como assim, a formação em um pós é apenas para ganhar mais? Prates está completamente fora da realidade. E outra, sem demagogias, se eu estudei mais, tenho que ser valorizada e ganhar mais sim, tenho que ter o retorno do que investi. Essa coisa de deixe de compar um tênis novo e compre um livro (muito já fiz) já era, quero poder comprar um livro e também ter um tênis. Sr Prates, o furo é muito maior e muito mais embaixo do que se possa pensar.

  • Cláudio Dornelles Mello Jr.

    Na realidade concordo com o vídeo para as pós latus sensus.

  • Tatah

    É simplesmente RIDÍCULA essa afirmação do tal jornalista. Incompetente é ele, que sai falando sobre assunto que não conhece. Ele não deve nem ter cursado uma faculdade, porque se o tivesse feito, saberia que em nenhum curso suporior você sai especializado, mas obtem uma formação generalista. Assim como um médico, que se quiser ser um neurologista, deverá fazer uma residência (que É uma pós graduação) em neurologia, qualquer prossional que quer ser um especialista DEVE fazer uma pós-graduação. Não importa se a pós é strictu ou lato sensu, uma não é mais ou menos importante que a outra. E a qualidade do ensino depende, claro, da instituição e dos professores, mas depende muito mais dos alunos interessados em aprender o que está sendo oferecido!!!!

  • Luana Lobo

    Só TRÊS horas de estudo por dia??
    Eu reprovaria tudo de estudasse só isso!!

    • João Guilherme

      Haha com certeza! Ele diz como se estudar ’3hrs por dia’ fosse fato para se orgulhar… Deixa eu estudar ‘tudo isso’ pra ver quando eu vou chegar aonde quero! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ridículo!

  • http://www.posgraduando.com Michelly

    Concordo. Tem muita gente que não estuda e corre fazer pós-graduação. Tem muita gente com medo de enfrentar o trabalho e se conforma com bolsa e infelizmente, tem professor que não deveria nunca, estar alí, na prática de docência. Tem que estudar, tem que trabalhar. Creio que até mesmo o nível das pós seria melhor, se só admitissem alunos após terem passado pela experiência profissional. Pelo menos 3 anos no mercado de trabalho. Tem gente com doutorado, que se vc colocar pra atender um paciente ou construir uma parede, cai o prédio e o paciente morre.

  • Bonine John

    Ele deve ter se graduado a mais de vinte anos. Ta precisando mesmo fazer uma pos graduacao pra parar de falar abobrinhas, rsrsrrsrsrs

  • Marília

    Tchê! Vai bemmm longeee esse cara!!!!
    Certo que ele nunca estudou, é a incompetência em pessoa! Absuuurdooooo ouvir isso! Não basta fazer uma graduação e outros “cursos”, como ele chamou, durante o período. E eu falo isso pois sei o que ralei durante a graduação, pois além do curso participei de inumeros projetos de pesquisa e extensão, grupo de pesquisa, etc, e hoje, procuro na pós a continuação de tudo isso!
    A concepção de que terminando a graduação estaremos ‘prontos’ tá mais que antiga! A gente se forma a cada dia, a gente aprende ao longo das experiências, dos trabalhos. Como uma pessoa vai estar PRONTA somente com a graduação???!!!! O mundo é movimento, são novos pensamentos, novas teorias, novos problemas, novas pessoas a todo momento…
    Oh pensamento pequeno!!!!

  • Marcus Peixoto

    SR Luiz Carlos Prates,
    Foste completamente infeliz em suas colocações sobre as cotas.
    Distorces o príncipio da igualdade,pois a igualdade jurídica brasileira e aristotélica,a qual afirma que a igualdade está vinculado no tratamento de igualdade para os iguais e desigualdade para os desiguais,pois quando se nivela todos ao mesmo nível os mais fortes e com poder econômico predominam e não há justiça social.
    O aluno de escola pública como pessoa humana não é inferior ao de escola particular (aliás muitas delas para manterem seus clientes manipulam grades,dão n chances e notas de sala superfaturadas),mas em um vestibular um pobre ou afrodescendente concorrer com o filho de classe média ou burguês é como colocar uma Mc Laren e um Fiat 147 juntos em INterlagos e ambos competirem no GP Brasil!Portanto acho sua visão inconsistente,frágil na argumentação e pueril.Conheço pessoas ultraconservadoras como o senhor,mas com melhor argumentação e sei que possivelmente tens essas idéias como dogma de fé e não está aberto a reflexão sobre esse tema q reconheço ser polêmico em nossa sociedade,que é classista,demagoga e naturaliza a exploração e miséria!

    Deve haver cotas especiais para o afrodescendente,que na grande maioria é pobre,marginalizado e discriminado racialmente devido a situação sócio-histórica que trouxe consequências sociais irrefutáveis até a nossa atualidade!NO RS os negros foram bucha de canhão na revolução farroupilha e ficaram sob o jugo de caudilhos exploradores!
    As cotas para a escola pública deve ter alguns critérios como:comprovante de renda (pois aqui no PR alguns burgueses matriculam seu filho na escola pública e a tarde pagam cursinho de R$2000,00 e usurpam esse benefício social) e para afrodescendente (independende de situação sócio-econômica pois até a negritude da classe média-alta e burguesa sofre discriminação em sua classe social)!

  • Thiago

    Não ousem creditar o que foi dito neste vídeo de forma generalizada! O que o autor disse com relação à incompetência esta realmente de acordo com o que a GRANDE MAIORIA (e não todos!) almeja. Temos um número muito grande de cursos oferecidos e muitos deles têm qualidade duvidosa. Claro que isso é muito relativo e que por isso não pode ser encarado como “não faça pós-graduação seu incompetente!”.

  • Guilherme

    Péssimo o comentário. Não sabe o que falar, fica quieto seu incompetente!

  • Anderson Souza

    Onde eu estudo é justamente o contrário. Quem afunda o programa de pós são justamente as pessoas que trabalham e usam esse argumento como falta de tempo para estudar e resolver os problemas relacionados as disciplinas. E os bons alunos são justamente os que estão com bolsa de estudo. Alias, não confundir bolsa de estudo com desempregado…

  • http://www.contabilidademq.blogspot.com Felipe Pontes

    kkkkkk! Vergonha alheia!

  • Eduardo Lima

    É só alguém que não tem a mínima ideia do que tá falando, surpresos? Nas suas salas de mestrado e doutorado vc encontra pessoas assim.

  • Lucy

    Se a pós graduação é um atestado de incompetencia, de quem esse cara vai comprar a próxima tecnologia que precisar no dia a dia dele, ou entao, que remédio/antibiótico/quimioterápico vai usar qdo ele ou um parente estiverem doente? Ah, deve ser aquele que ele produziu/aperfeiçoou nas 3 horas de estudo diários né…

  • Maira

    Dizer que “pós-graduação é um atestado de incompetência” é um comentário muito infeliz é o mínimo! Isso é típico de quem NÃO chegou ao nível da pós, e fala isso por despeito. As mazelas do ensino no nível superior são uma realidade, mas essa generalização feita pelo sr. Pratz é absurda. Dedicar horas do meu tempo à pesquisa, perder de descansar fins de semana inteiros, não ter férias nem direito trabalhista algum, e ganhar muito menos do que o piso da minha categoria profissional, para depois ter que ouvir isso!? Deve ser muito mais indicativo de “competência” arrumar um bico como comentarista e sair por aí falando do que não sabe mesmo!

  • RUBENS PRATES

    Se apenas for publicado o que for original, muitas revistas ficarão sem material para publicar… Já li tanta revista de sociologia especializada com artigos que não acrescentam nada. E aí?

  • Denker

    Na boa ele não falou nada errado, o Brasil está num modelo errado

  • Camilo

    é por que ele não fez pós na unicamp.

  • Paulo Vasco

    O problema está na avaliação…Todo mundo passa e se forma…

  • Andréia Carvalho

    Bom, em primeiro lugar acho que não tem nada demais uma pessoa desempregada querer fazer uma pós, até porque todos precisam estar atualizados dentro da sua área profissional e quem está desempregado precisa disso ainda mais pra enfrentar os demais candidatos num processo seletivo. Eu por exemplo voltei de uma viagem de intercâmbio, estou desempregada e pretendo iniciar uma pós justamente para me atualizar do tempo em que estive fora e agregar meu curriculum com mais este curso. Achei a abordagem da matéria um pouco preconceituosa. Existem casos e casos, generalizar é sempre uma péssima forma de avaliar o quadro de pós-graduandos como um todo !

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=1453716480 Isaa Castro

    Tá pode até ser que tipo realmente tem Engenheiro que sabe menos que um pedreiro que desde pequeno está no batente.. Agora falar que nego faz pós graduação pra porra nenhuma??? Será que ele tem pós graduação ??? Será que ele tem nivel universitário?Por que ele defende tanto que a “qualificação” começa em casa..Já que ele trabalha como “Comentarista da vida alheia” justamente pq não tem coisa melhor p/ fazer e não entrou pra batalhar no mercado pq até eu posso ficar ali distribuindo lições de moral …nossa é so aqui mesmo no SUL  que dão trela para o que ele diz..
    Ele ganha pra fazer esses comentários??? 

  • flavi

    Entendo que ele foi infeliz em seu comentário, mas acho que foi por falta de sensibilidade dele e de conhecimento talvez, pois ele coloca a pós-graduação de uma forma generalizada… É evidente que o mesmo está falando da pós lato sensu, uma complementação para muitos, e entendo o que ele quer dizer, onde muitos tem que fazer uma pós lato sensu para entender melhor o conteúdo que deveria ser passado em sala de aula e complementado em congressos, cursos, estudos que são feitos por pós graduandos stricto sensu de todo mundo. Talvez alguém deveria explicar os significados de pós graduação pra ele. Como minha mãe  sempre fala, se não sabe, morde a língua.

  • Anita Maia

    Ah??!?! Não, eu não ouvi isso… 

  • Carolina

    Acho q faltou o Prates estudar 3h em paralelo ao trabalho dele para poder explicar melhor ao telespectado o que ele queria dizer, pois acho q ele não sabe a diferença entre especialização e mestrado/doutorado. Daí ele generalizou e criticou o que não conhecer, pq p/ falar uma bobagem destas…

  • Sandra Regina

    Ele foi generalista, mas há algo no que foi dito que está certo, independente dos mimimis dos pós-graduandos (seja strictu ou lato sensu). A educação superior brasileira quanto mais se estende mais piora. O número de papers produzidos aumenta a cada ano, ainda que as citações destes papers seja cada vez menor (o que signica que produzem cada vez mais teses com relevância cada vez menor para a comunidade científica internacional, i.e, muito paper de baixa qualidade).

    Há outros fatores também. Vejam este artigo do blog do professor Marcelo Hermes da UnB e tenham uma ideia:

    http://cienciabrasil.blogspot.com.br/2010/12/comparacao-da-usp-e-unb-com-5.html

  • http://www.facebook.com/aline.a.santos Aline Ap Santos

    blá blá blá…Generalizar = perdeu a razão.

  • JLF

    Vergonhoso um jornalista fazer um comentário tão descabido como este em uma rede tv. Falar que uma graduação é igual a uma pós-graduação é mostrar que o “jornalista” não tem nenhum conhecimento sobre o assunto. O que é mais triste é que em um momento que o Brasil necessita alavancar o aumento do conhecimento científico por conta da situação de crescimento, vem gente como esta, com um discurso absurdo, falando exatamente o oposto. Países desenvolvidos são os que geram conhecimento científico e não os que só recebem tudo pronto.    

  • Xxx

    Hipótese para uma tese: é possível um ser com capacidade intelectual tão limitada consegue respiarar e apresentar um telejornal ao mesmo tempo?

  • http://www.facebook.com/letras.rafaella Rafaella Machado

    Como se alguém que fizesse um curso de graduação valer a pena tivesse tempo pra fazer cursos e pesquisas paralelas.
    Só se deve filtrar o que o Prates fala.
    O bom das falas dele é porque fazem a gente pensar no que acreditamos e fazer o que os pós-graduandos fazem de melhor: contra-argumentar.

  • Paula

    Eu acho que este senhor está falando de especializações e outros cursos senso lato que se multiplicam como se multiplicam as faculdades e centros universitários e se multiplicam escolas de ensino fundamental e médio privadas no vácuo deixado pelo descaso público com a educação, mas ele não sabe que “pós-graduação” não é beeeem isso. Incompetência!?

  • Jamanta

    Olha o que ele disse naao esta  totalmente errado nao, ele diz a pos-graduacao por pos-graduacao … sem ter foco em pesquisa e sim so para aumentar o curriculum.

  • Andréa Silveira

    Que ignorância meu Deus! Dizer que a pós-graduação é o resultado da incompetência … é lamentável um cidadão desse ser formador de opinião. Ele quis fazer um comentário de impacto e acabou fazendo afirmações levianas, que não se confirmam no geral da realidade brasileira. É certo que os programas caça-niqueis (seja de graduação ou pós-graduação) estão aí aos montes e cada vez mais, mas eles não existem porque o cara é incompetente, ele existe porque é um nicho de mercado e uma forma mais fácil de se ter algo que em tese e em universidades sérias é difícil de conseguir fazer, uma pós-graduação. O comentário dele é ofensivo a pessoas que fazem, seja enquanto docentes ou discentes, uma pós-graduação com seriedade e compromisso, que são pessoas sim competentes, porque a “boca do funil” para se entrar numa strito sensu é bem pequena. O jornalista, que deve se achar profundamente competente a ponto de estar com tanta veemência se posicionando em frente as câmeras, foi radicalmente infeliz e leviano no seu comentário. Perdeu uma excelente chance de ficar calado.

  • http://twitter.com/mitozoIB Isabele Mitozo

    Isso tem cara de comentário de frustrado, que morre de criticar a pós-graduação, mas nunca teve competência para ser aprovado e cursar uma. Já ouvi muito isso… E estudando três horas por dia ele não consegue mesmo chegar aqui! Rá!

  • Tiago M. Peixoto

    Olha eu entendi que, o fato das pessoas por vezes levarem o curso de graduação pouco a sério ou não investirem com tudo em investigar e estudar coisas a respeito da área em questão é que faz com que o aluno precise fazer uma pós-graduação (o que em determinado nível pode até ser verdade). Bom, de qualquer forma é leviano pois mesmo se você dedicar-se de corpo e alma na graduação não é suficiente, hoje é necessário especializar-se em algo, não dá pra ser generalista.

    Me parece que ele está criticando o seguinte: há pós-graduação porque os alunos saíram defazados da graduação, o que é parcialmente verdade. Mas acho que ele desconhece a realidade da pós-graduação stricto-sensu por exemplo.

    De qualquer forma, mais um “jornalista” revoltadinho que acha que descobriu a fórmula da Coca-cola e vomita pra audiência televisiva… 

As opiniões expostas nos comentários não refletem as do autor do blog, algumas vezes mal refletem as do autor do comentário.


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